Modernismo paulista e modernidades alternativas: Mário de Andrade e o “não-sei-quê indefinível” da música brasileira

Autores

  • Ana Caroline Matias Alencar PUC-Rio

Resumo

O objetivo central que será percorrido ao longo deste artigo consistirá na revisitação das reflexões de Mário de Andrade acerca daquilo, que nos anos 1920 e 1930, começara a ser definido pelo autor como “música brasileira”, no âmbito dos debates culturais e artísticos travados nas primeiras décadas do século passado. Para tanto, serão mobilizados escritos fundamentais, mediantes os quais o escritor sistematizou suas interpretações sobre o tema, a exemplo de seu “Discurso de Paraninfo” (1922) e do Ensaio sobre a música brasileira (1928). As reflexões de Mário de Andrade serão, então, observadas a partir de sua aproximação e distanciamento em relação às modernidades alternativas atuantes no cenário cultural brasileiro do período, de modo a ofertar possibilidades de leitura mais matizadas da obra do autor, capazes de fazer ressaltar algumas facetas desse artista polímata nem sempre consideradas por parcela da crítica musicológica voltada para o exame do projeto estético-musical do escritor.

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Biografia do Autor

Ana Caroline Matias Alencar, PUC-Rio

Pós-Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). A pesquisa conta com fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ), no âmbito do projeto Pós-Doutorado Nota 10. Orcid: 0000-0002-0104-9581. E-mail: ana.caroline.alencar@outlook.com.

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Publicado

18-09-2026

Como Citar

MATIAS ALENCAR, Ana Caroline. Modernismo paulista e modernidades alternativas: Mário de Andrade e o “não-sei-quê indefinível” da música brasileira. Revista Aedos, [S. l.], v. 18, n. 41, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/140399. Acesso em: 19 set. 2026.