ST 1. Agentes, fronteiras e territorialidades

a América Meridional entre os séculos XVI e XIX

Autores

  • Clara Felix

Resumo

A proposta do presente simpósio é congregar trabalhos que reflitam sobre questões teórico-metodológicas ou aplicações empíricas de perspectivas que contemplem a análise do espaço fronteiriço e dos processos de territorialização da América Meridional durante a sua conquista e colonização pelas monarquias ibéricas (entre os séculos XVI e XIX), bem como as resistências e reinvenções dos povos originários deste espaço. Aqui, entende-se que a fronteira, além de uma demarcação geográfica, é também um espaço onde diversos atores constroem suas concepções de territorialidade, destacando-se as múltiplas identidades que ajudam a construir o espaço fronteiriço da América Meridional - espanhóis, portugueses, indígenas, entre outros grupos. Nesse sentido, busca-se debater a forma com que a fronteira interfere na formação identitária de diferentes povos, por meio da interação típica do espaço fronteiriço meridional; a atuação dos agentes que interagem nos limites imperiais, bem como suas redes e suas possibilidades de negociação. A partir desse ponto, é importante destacar os processos de produção, circulação de saberes locais e/ou técnico-científicos e o movimento de mercadorias e pessoas através da fronteira. Por fim, procura-se compreender  as diferentes representações cartográficas produzidas no contexto de disputas territoriais e como elas estão relacionadas com os processos de expansão, disputa e institucionalização de zonas de fronteira.

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Publicado

17-06-2024

Como Citar

FELIX, Clara. ST 1. Agentes, fronteiras e territorialidades: a América Meridional entre os séculos XVI e XIX. Revista Aedos, [S. l.], v. 16, n. 36, p. 9–30, 2024. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/140227. Acesso em: 28 ago. 2025.