Morremos todos

atitudes diante da morte (São Paulo, século XVII)

Autores

Resumo

A história aqui esboçada pretende analisar as atitudes diante de um momento essencialmente caro à vida de homens cristãos seiscentistas – a morte. Esses comportamentos serão investigados a partir de uma documentação em que os indivíduos, a próprio rogo, se propunham a tomar providências a respeito de si e dos seus quando próximos do derradeiro instante. Trata-se dos testamentos. Examinaremos o texto das últimas vontades de personagens paulistas buscando averiguar uma percepção igualmente aparente nos manuais de bem morrer que advertiam a respeito do transpasse: a noção da responsabilidade individual de ser salvo. Outrossim, através do registro dos últimos desejos de católicos, nos debruçaremos nos contornos do incipiente sentimento doméstico presente na América Portuguesa do século XVII em tímido, porém contínuo, endurecimento.

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Biografia do Autor

Marília Tofanetto Alves, Universidade Estadual Paulista (UNESP)

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP). E-mail: marilia.tofanetto@gmail.com. Orcid id: 0000-0002-1300-4313.

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Publicado

19-08-2024

Como Citar

ALVES, Marília Tofanetto. Morremos todos: atitudes diante da morte (São Paulo, século XVII). Revista Aedos, [S. l.], v. 16, n. 37, p. 417–437, 2024. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/127531. Acesso em: 9 ago. 2026.