Parteiras

saberes, práticas e conflitos no Recife (1831-1845)

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Resumo

Este artigo analisa a atuação de parteiras, a regulamentação desse ofício e o consequente conflito com o saber médico no Recife durante a primeira metade do século XIX. A partir de leis como o Código de Posturas da Câmara Municipal do Recife (1831), a Coleção das Leis do Império do Brasil (1832), a Instrução do Presidente de Província de 30 de março de 1841 e a Lei de N. 87 de 06 de maio de 1840, e de periódicos como o Diario de Pernambuco, O Carapuceiro e os Annaes da Medicina Pernambucana, buscou-se compreender de que modo a regulamentação das artes de curar incidiu sobre as práticas das mulheres que partejavam na capital pernambucana no período definido para análise.

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Biografia do Autor

Jonas Clevison Pereira de Melo Júnior, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Mestrando em História Social da Cultura pelo Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco (PGH-UFRPE). Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Graduado em História pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Membro do Grupo de Estudo e Pesquisa em História das Práticas da Saúde e das Doenças da Universidade Federal do Pará (GEPHPSD/UFPA), vinculado ao CNPq.

Cássia Regina da Silva Rodrigues de Souza, Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)

Mestrado em História das Ciências e da Saúde pela Casa de Oswaldo Cruz da Fundação Oswaldo Cruz (COC/FIOCRUZ)

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Publicado

19-08-2024

Como Citar

JONAS CLEVISON PEREIRA DE MELO JÚNIOR; REGINA DA SILVA RODRIGUES DE SOUZA, Cássia. Parteiras: saberes, práticas e conflitos no Recife (1831-1845). Revista Aedos, [S. l.], v. 16, n. 37, p. 438–457, 2024. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/127248. Acesso em: 10 set. 2026.