Das mãos que amainam o gado e lavram a terra

escravidão, população e trabalho em Viamão (1741-1759)

Autores

Palavras-chave:

Escravidão, trabalhadores, Rio Grande do Sul colonial

Resumo

O presente artigo trata sobre a importânciada mão de obra escrava para os primórdios da colonização portuguesa no Rio Grande de São Pedro. Para tal, traça um panorama da população e força de trabalho em Viamão. Nas décadas de 1740 e 1750, a freguesia passou por um crescimento demográfico e se inseriu na economia colonial. Embora fosse concomitante o uso da mão de obra de escravizados, indígenas e livres, evidencia-se o predomínio de trabalhadores do primeiro grupo, divergindo de alguns estudos clássicos sobre o Rio Grande do Sul escravista. A documentação utilizada consiste nos róis de confessados, complementados por registros de batismo e matrimônio.

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Biografia do Autor

Márcio Blanco Razzera, UFRGS

Possui graduação e mestrado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi membro do grupo Os governadores da fronteira: Colônia de Sacramento e Rio Grande de São Pedro (1680-1808), liderado pelo Prof. Dr. Fábio Kühn

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Publicado

19-08-2024

Como Citar

RAZZERA, Márcio Blanco. Das mãos que amainam o gado e lavram a terra: escravidão, população e trabalho em Viamão (1741-1759). Revista Aedos, [S. l.], v. 16, n. 37, p. 280–297, 2024. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/aedos/article/view/104266. Acesso em: 9 ago. 2026.