Language and (de) coloniality in the process of recognition of kichwa in the Ecuadorian Constitution of 2008

Authors

DOI:

https://doi.org/10.22456/1982-6524.141201

Abstract

Language and (de) coloniality in the process of recognition of kichwa in the Ecuadorian Constitution of 2008 Abstract: In this article, the authors analyze the relationships between language and (de) coloniality in the process of recognizing the kichwa language in the Ecuadorian Constitution of 2008. The recognition of an indigenous language in the Supreme Law represents a break with a certain logic of domination, represented by the imposition of the Spanish language on the entire population of the country, including the indigenous peoples established there. For this purpose, the role of language in establishing structures of domination and subalternization of indigenous peoples to the logic of the national state is analyzed. The historical background and demands for linguistic decolonization in proposals advocated by indigenous and peasant movements in the Ecuadorian Constituent Assembly (2007-2008) are also examined. Finally, the article analyzes how the Kichwa language was recognized in the Ecuadorian Constitution and how the proposal presented by the CONAIE (Confederation of Indigenous Nationalities of Ecuador) was incorporated (or not) into the Constituent Assembly. The presented work demonstrates that the version approved by the Ecuadorian Constituent Assembly recognizes Kichwa as the language of interculturality and maintains the hierarchical superiority of Castilian. Keywords: Colonialism; Decoloniality; History of Ecuador; Kichwa Language; New Latin American Constitutionalism.

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Author Biographies

Jorge Eremites de Oliveira, UFPel - Universidade Federal de Pelotas

O pesquisador é licenciado em História pela UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1991), mestre e doutor em História/Arqueologia pela PUCRS - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1995, 2002) e realizou estágio de pós-doutoramento em Antropologia Social pelo Museu Nacional, UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011). De maio de 1996 a dezembro de 2005 foi docente no antigo Campus de Dourados da UFMS, unidade da qual foi implantada, em janeiro de 2006, a UFGD - Universidade Federal da Grande Dourados, onde permaneceu até janeiro de 2013. Também foi vice-presidente da SAB - Sociedade de Arqueologia Brasileira, gestão de 2005-2007. Desde janeiro de 2013 é professor e pesquisador na UFPel - Universidade Federal de Pelotas, onde está lotado no Departamento de Antropologia e Arqueologia do Instituto de Ciências Humanas. Nesta mesma instituição atua no curso de graduação em Antropologia e no Programa de Pós-Graduação em Antropologia, os quais funcionam por meio da articulação entre os campos da Antropologia Social e da Arqueologia. Na UFPel também faz parte do corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural e da equipe de pesquisadores do LÂMINA - Laboratório Multidisciplinar de Investigações Arqueológicas. Na condição de colaborador ainda participa do corpo docente dos programas de pós-graduação em Antropologia (vinculado desde 2010) e História (vinculado desde 2002) da UFGD. Também é bolsista de produtividade em pesquisa, nível 1D, do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Possui experiências nos campos de Arqueologia, Antropologia Social e História, com ênfase em Etnoarqueologia, Etnologia Indígena e Etno-história, além de ter trabalhado na produção de laudos de natureza administrativa e judicial sobre terras tradicionalmente ocupadas por comunidades indígenas no Brasil.

Jaqueline Scussel, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Graduada em Tecnologia em Gestão de Moda e Estilo pela UNIPAR (Universidade Paranaense) e em Direito pela UNESC (Universidade do Extremo Sul Catarinense); mestranda pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da UNESC e professora de Arte junto à Secretaria do Estado da Educação do Paraná. Bolsista da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). E-mail: jaque.scussel77@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0007-9625-1902.

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Daniel Ribeiro Preve, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Doutor em Direito pela UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e docente do Programa de Pós-Graduação em Direito da UNESC (Universidade do Extremo Sul Catarinense). E-mail: drp@unesc.net. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-6231-8466.

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Fernando Fabian Guerrero Maruri, UFPel - Universidade Federal de Pelotas e Academia de Guerra Aérea em Quito

Graduado em Comunicação Social pela UCE (Universidad Central del Ecuador), mestrando pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural da UFPel (Universidade Federal de Pelotas), docente na Academia de Guerra Aérea em Quito e bolsista da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). E-mail: guerreromaruri@hotmail.com. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7956-5041.

Juliano Bitencourt Campos, UNESC - Universidade do Extremo Sul Catarinense

Doutor em Quaternário, Materiais e Culturas pela UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto-Douro, Portugal) e docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da UNESC (Universidade do Extremo Sul Catarinense). Investigador do ITM/CGEO (Instituto Terra e Memória do Centro de Geociências, Portugal) e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). E-mail: jbi@unesc.net. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-0300-1303.

Published

2025-04-30

How to Cite

EREMITES DE OLIVEIRA, Jorge; SCUSSEL, Jaqueline; PREVE, Daniel Ribeiro; GUERRERO MARURI, Fernando Fabian; BITENCOURT CAMPOS, Juliano. Language and (de) coloniality in the process of recognition of kichwa in the Ecuadorian Constitution of 2008. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 19, n. 1, p. 200–233, 2025. DOI: 10.22456/1982-6524.141201. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/141201. Acesso em: 30 oct. 2026.

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