O ESTADO-MÍNIMO DOS INDÍGENAS MUNDURUCUS NO PASSADO REMOTO

UMA REFLEXÃO ETNO-LÓGICA DO PODER POLÍTICO ENTRE A ANARQUIA E O LEVIATÃ

Autores

  • Heraldo Montarroyos unifesspa

Resumo

o objetivo dessa reflexão lógica é reconstruir hipoteticamente a cultura política dos mundurucus nos séculos XVIII e XIX utilizando com esse propósito uma metodologia tridimensional do poder que compreende as hipóteses do Estado-zero, Estado-mínimo e Estado-máximo que serão testadas na releitura do material etnográfico disponível. O resultado dessa metodologia propôs a partir do seu raciocínio lógico que internamente haveria uma anarquia ordenada com Estado e externamente, uma política tirânica e antissolidarista compondo nesse caso a anarquia desordenada nas relações internacionais com as etnias da vizinhança. No meio dessas duas hipóteses configurou-se, ainda, uma terceira possibilidade política que especula que existiria regionalmente uma sociedade anárquica de Estados mundurucus visível com bastante nitidez no período das guerras, das pilhagens, das epidemias e das catástrofes naturais.

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Publicado

2026-05-16

Como Citar

MONTARROYOS, Heraldo. O ESTADO-MÍNIMO DOS INDÍGENAS MUNDURUCUS NO PASSADO REMOTO: UMA REFLEXÃO ETNO-LÓGICA DO PODER POLÍTICO ENTRE A ANARQUIA E O LEVIATÃ. Espaço Ameríndio, Porto Alegre, v. 20, n. 1, p. 146–180, 2026. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/150748. Acesso em: 3 ago. 2026.

Edição

Seção

ARTIGOS