A PRESENÇA DA ETNOMATEMÁTICA NO TEKO ARANDU (UFGD)
VOZES DOS EGRESSOS INDÍGENAS E DA COORDENADORA DO CURSO
DOI:
https://doi.org/10.22456/1982-6524.130800Resumen
O presente artigo retrata uma pesquisa que pretendeu relacionar as experiências enunciadas pelos egressos indígenas e pela coordenadora do curso para identificar a presença (ou não) da Etnomatemática, ou seja, verificar os limites e perspectivas do curso Teko Arandu, para a Formação de Professores Indígenas. No que diz respeito aos aspectos metodológicos, utilizamos a pesquisa qualitativa de caráter descritivo-analítico. Para tanto, realizamos entrevistas semiestruturadas com egressos indígenas e a coordenadora do curso Teko Arandu da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD). Embora com algumas limitações, foi possível evidenciar que a Etnomatemática e Interculturalidade Crítica estão presentes no projeto do curso. No entanto, não podemos afirmar, com base nas entrevistas em que extensão essa perspectiva se realiza. Além disso, os professores indígenas egressos do curso, acreditam ter facilidade em ensinar os conhecimentos matemáticos por serem falantes da Língua Guarani.
