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Artigos

v. 15 n. 23 (2020): Autores no exílio; exílio nas obras literárias: banimento, refúgio ou retiro

“El exilio español no es una abstracción”. Eugenio Granell – un surrealista transterrado.

DOI
https://doi.org/10.22456/2594-8962.104058
Enviado
8 junho 2020
Publicado
08-06-2020

Resumo

Eugenio Fernández Granell foi, entre muitas outras coisas, escritor, músico, pintor e professor. Nasceu em La Coruña, Espanha, no dia 28 de novembro de 1912. Nos anos trinta, publicou seus primeiros textos nas revistas Nueva España e PAN e realizou diversas atividades políticas. Por esse motivo, teve de exilar-se, em 1941, na República Dominicana, país em que residiu até 1946 e onde conheceu André Breton e se interessou profundamente pelo surrealismo. Novas ameaças a sua vida o obrigaram a se mudar, tendo vivido em vários países. Entre exílios e viagens, pintou e escreveu livros, como A novela do Índio Tupinambá (1959), obra sobre a qual pouco tem-se falado. Na verdade, pouco se falou da obra de Granell em particular, do surrealismo de autores espanhóis e do surrealismo fora da França, em geral. Apoiado nas conclusões de destacados pesquisadores, o objetivo deste trabalho é abordar alguns aspectos da vida e da obra do autor.

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