Reflexões em torno do “ofício do historiador” e sua legitimidade epistemológica: o que Veyne, White, Certeau, Gay e Chartier têm a nos dizer?

Julierme Morais, Rodrigo Francisco Dias

Resumo


Este artigo gira em torno de um tema que tem sido o objeto de acaloradas discussões epistemológicas, sobretudo nos últimos quatro decênios. Este tema diz respeito ao conhecimento histórico, seu estatuto científico ou, do contrário, sua indistinção em relação aos textos ficcionais. A nossa intenção é discutir a complexidade do “ofício do historiador” e sua legitimidade epistemológica. Nós elaboramos as nossas reflexões por meio das contribuições teóricas de Paul Veyne, Hayden White, Michel de Certeau, Peter Gay e Roger Chartier. Nós acreditamos que uma leitura crítica desses cinco autores nos permitirá uma reflexão a respeito da complexidade do nosso ofício, particularmente no que diz respeito às complexas relações entre história e ficção.

Palavras-chave


Ofício do Historiador; Estatuto da História; História e Ficção

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