Uma releitura do Sionismo em "Román Russi" ("A Montanha Azul") de Meir Shalev

Gabriel Schvartzman

Resumo


Resumo: No romance A Montanha Azul, o escritor israelense contemporâneo Meir Shalev recria o cotidiano de várias famílias de pioneiros ao longo de três gerações no Vale de Jezreel, na região da Galileia: a geração dos pais fundadores chegados à Palestina no início do século XX com a 2ª aliá; a geração dos nascidos no ishuv e, portanto, os que ajudarama fundar o Estado judaico; e a geração nascida após a criação de Israel. A Montanha Azul nos mostra que alguma coisa deu errado, que o sonho não se concretizou em sua totalidade, que tanto esforço em parte desmoronou. A obra sinaliza para o fato de que um povo que renuncia aos seus mitos é responsável por seu próprio declínio.

 

 

A new reading of Zionism in Román Russi (The Blue Mountain), by Meir Shalev - Abstract: In the novel Blue Mountain, Israeli writer Meir Shalev recreates daily life of several pioneers’ families through three generations in Jezreel Valley, Galilee: the generation of founding fathers which arrived to Palestine at the beginning of the 20th century with 2nd aliyah, the generation of native yishuv born, hence those that helped to create the Jewish State and the generation born after the State’s birth. Blue Mountain signalizes that something went wrong, that the dream didn’t come completely true, that such big effort fell partially to pieces. The book points to the fact that a people that renounces to their myths is responsible for its own decline.

 

 

 

 

 

 


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