TRADUÇÃO COMENTADA DO PRIMEIRO SOLILÓQUIO DE IFIGÊNIA EM TAURIS DE GOETHE

Carlos Roberto Ludwig

Resumo


Nesse ensaio, analisarei algumas peculiaridades do primeiro solilóquio de Ifigênia na peça Ifigênia em Tauris, de Goethe. Esse longo discurso introduz toda a ação e desvenda seu lamentável estado como prisioneira. Por isso, procurarei abordar os problemas da vontade feminina submetida aos deuses e aos homens, bem como sua confiança na deusa Diana. Goethe também enfoca, nessa peça, alguns questionamentos sobre o humano, que já apareciam em Os Sofrimentos do Jovem Werther (1774), como a condição humana frente aos deuses e a condição feminina num mundo regido por leis patriarcais. Em seguida, farei um comentário sobre a tradução do primeiro solilóquio da peça Ifigênia em Tauris. Para tanto, comentarei as escolhas do verso e alguns procedimentos relevantes para a tradução. Também procurarei ressaltar a importância do emprego do verso alexandrino para manter a coesão e o sentido do verso original. 


Palavras-chave


Ifigênia em Tauris; Tradução Comentada; Condição Feminina

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ISSN eletrônico: 2236-4013


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