Apresentação

Comité Editorial

Resumo


A formação em diversos níveis e contextos sociolinguísticos interessaram desde sempre os membros da Rede Iberoamericana de Terminologia (RITerm). É esta preocupação de formação constante no decorrer da história da rede que motivou a equipe editorial da Debate Terminológico a propor um número temático. O resultado é este sexto número da revista dedicado à formação em terminologia, que é ao mesmo tempo um símbolo da continuidade e do início da consolidação da revista da RITerm, que já consta da base de dados do CINDOC (Centro de Informacion y Documentacion Cientifica).
Integram este número temático os três artigos da Seção temática juntamente com outros três agrupados na seção Programas de formação em terminologia, que apresentam distintas experiências educativas na área.
Especificamente, abre este sexto número da Debate Terminológico o artigo de Guilherme Fromm, Ensino de terminologia: trabalhando com site e banco de dados, que apresenta um projeto desenvolvido para a criação de uma página de consulta e um banco de dados terminográfico, direcionados à aprendizagem da terminologia e terminografia, especialmente para os estudantes de tradução. Na sequência, o artigo de Mercè Lorente, Buenas prácticas investigadoras en terminología, que se propõe identificar os aspectos da pesquisa em terminologia suscetíveis de serem avaliados e, ao mesmo tempo, estabelecer critérios de avaliação, de alcance universal, para cada um dos aspectos identificados. Encerra esta seção o trabalho Proposta parcial de organização e análise da terminologia da polícia civil: os modus operandi furto chuca, furto descuido, furto mão grande e furto punga, de Maria Izabel Plath da Costa e Cleci Regina Bevilacqua, que se ocupa do estudo de um caso sociocontextual concreto: os termos empregados na comunicação policial, a partir da análise de textos que instruem o processo penal iniciado com o Boletim de Ocorrência (BO).
Complementando esta número, seguem-se três artigos que apresentam situações de formação específicas e distintas: uma no âmbito universitário, presencial e no nível da graduação Anatomía de un curso de terminología. La enseñanza de la terminología en el nuevo grado de traducción e interpretación según las exigencias del EEES, a cargo de Adelina Gómez González-Jover), outra também no âmbito universitário, mas virtual e no nível da pós-graduação (La formación superior en terminología online, a cargo de Maria Teresa Cabré y Rosa Estopà) e, finalmente, o terceiro no âmbito da administração pública (La formación terminológica en la oficina de traducciones del gobierno de Canadá escrito por Yolande Bernard e Irma Nunan).
A seção livre traz dois artigos: Laura Daniela Ferrari escreve sobre a Modalidad epistémico y evidencialidad en las conclusiones de artículos de investigación e Johannes Schnitzer apresenta reflexões relacionadas à noção de variação vertical em La variación vertical en terminología: concepto y manifestaciones.
Neste número da Debate, também há a resenha do Dicionário de Lingüística da Enunciação (2009) de Flores et al. e, finalmente, anunciam-se notícias. Uma estreitamente relacionada com a formação em terminologia: trata-se da apresentação do TERMINUS, ferramenta integral de tratamento do trabalho em terminologia desenvolvido pelo grupo IULATERM. A outra notícia refere-se ao próximo Congresso da RITerm que se realizará em setembro de 2010 em Buenos Aires.
Finalmente, aproveitamos a edição deste número para informar aos leitores que todos os números anteriores da Debate já se encontram neste novo formato web.

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