Uma voz que clama no deserto: minhas experiências de educação ambiental na formação inicial de historiadores

Ely Bergo de Carvalho

Resumo


A educação ambiental na licenciatura é uma questão já muito debatida e pouco praticada, mesmo sendo obrigatória por lei no Brasil. A formação inicial de história coloca seus obstáculos específicos para a educação ambiental. O presente artigo procura contribuir  para esse debate sobre a inserção da educação ambiental na graduação em história. Não é uma revisão de literatura sobre a questão, mas, a partir de pesquisas anteriormente desenvolvidas e de minha experiência como professor do magistério superior, busca abrir um diálogo com a historiografia hegemônica, apontando a maneira como a disjunção sociedade-natureza é reproduzida hoje nos cursos de história, em parte devido a uma abordagem cultural hegemônica, o que dificulta uma formação de historiadores que estejam preparados para contribuir para a educação ambiental no ensino básico.

Palavras-chave


Educação Ambiental; Ensino de História; Formação Inicial de professores; Disjunção Sociedade-Natureza

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Revista do Lhiste – Laboratório de Ensino de História e Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Porto Alegre

ISSN 2359-5973