RODAS DE CONVERSA NAS AULAS DE HISTÓRIA: ANCESTRALIDADE AFRICANA NAS REGIÕES DE COLONIZAÇÃO ALEMÃ NO RIO GRANDE DO SUL

Juliano de Leon Viero Marques

Resumo


Este artigo trata do desenvolvimento de rodas nas aulas de história, nas regiões de colonização alemã no RS, a respeito da ancestralidade africana. Os colonos alemães primaram por construir uma identidade entre eles no RS que possibilitou que na historiografia e na própria realidade dessas regiões colonos sofressem grande valorização em detrimento a outros grupos étnicos. A invisibilidade do africano e do afrodescendente é visível e será abordada aqui. As rodas de conversa podem ser enquadradas em eixos temáticos de acordo com os relatos orais obtidos. No estudo feito em Sapiranga-RS, houve os seguintes eixos: Espaços da Africanidade, Protagonistas Afrodescendentes, Preconceito Racial e Religiosidade. Por fim, a valorização da história e da cultura africana e afro-brasileira está calcada, principalmente, na lei 10.639 de 2003.


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Revista do Lhiste – Laboratório de Ensino de História e Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Porto Alegre

ISSN 2359-5973