Administração Pública e Pensamento Social: Memória e Esquecimento na Produção Científica da Área no Brasil

Paulo Emílio Matos Martins, Luciana Mello dos Santos, Mariana Rambaldi, Maia Cecilia Bezerra Tavares

Resumo


Neste trabalho buscamos compreender o intrigante fato revelado por Martins et al (2011; 2013) sobre a significação da baixíssima taxa de utilização do pensamento social brasileiro e das interpretações do Brasil, como referência teórica na produção científica da área Administração nos três primeiros lustros de implantação da Reforma do Estado brasileiro [1995-2010]. Como metodologia elegemos a análise de conteúdo do discurso dos grupos de pesquisa brasileiros da Área Administração nos seus ‘espelhos’ no DGP-Lattes/CNPq, a partir e uma amostra aleatória representativa desse universo no Censo de 2010, hipoteticamente o mesmo que reunia os autores daquela produção acadêmica, seus pares e avaliadores. Como revelações desta investigação destacamos a convergência do reduzido emprego da literatura histórica interpretativa de nossa nacionalidade naquela produção acadêmica como orientação epistemológica dos grupos de investigação da área à época. Como se esses dois fenômenos se explicassem reciprocamente. Finalmente, este artigo levanta alguns tópicos importantes sobre o perfil desses centros brasileiros de reflexão sobre a nossa realidade.


Palavras-chave


Administração Pública; Estudos Organizacionais

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