O RISCO CAMBIAL NA OTIMIZAÇÃO DE CARTEIRAS INTERNACIONAIS: O EFEITO DOS PAÍSES LATINO-AMERICANOS

Luis Antonio Villao Cabello, Gilberto de Oliveira Kloeckner

Resumo


Este trabalho analisa a existência de benefícios (risco e retorno) na inclusão de mercados emergentes globais e, em especial, dos países latino-americanos na formação de carteiras internacionais ótimas considerando o risco cambial. Para isto, o estudo baseia-se na análise das taxas de retornos mensais, desvio-padrão e coeficientes de correlação em termos de moeda local, dólar, iene, marco alemão e euro, dos Índices dos Mercados de Ações (IMAs) de dezenove países, dos Índices de Bolsa de Valores de São Paulo, Buenos Aires, México, Santiago e de Caracas, para o período compreendido entre janeiro de 1994 e dezembro de 2000. Os resultados indicam que ainda existem evidências dos benefícios da diversificação internacional em termos de desempenho para os investidores. Cabe indicar, também, que a inclusão do componente latino-americano nas diferentes carteiras otimizadas, quase não acrescenta benefício algum ao desempenho geral destas carteiras, sendo nulo para as carteiras do investidor japonês.


Palavras-chave


Otimização; risco cambial; mercados emergentes; gestão de carteiras; diversificação internacional;

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