Universidades estaduais paulistas e políticas de formação docente: confrontos e tensões no início da década de 2010

Adolfo-Ignacio Calderón, Regilson Maciel Borges

Resumo


Aborda-se o confronto entre o governo do Estado de São Paulo e as três universidades paulistas, em torno da formação de professores, em nível superior, em decorrência da deliberação n° 111/2012, que as obrigou a adotarem, nas matrizes curriculares, uma dimensão mais prática e menos teórica. Para tanto, analisaram-se documentos e depoimentos de atores representativos. Constatou-se cenário altamente polarizado, comunidade epistêmica com matizes corporativistas e relativização da autonomia universitária.


Palavras-chave


Formação De Professores. Educação Básica. Políticas Educacionais.

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DOI: https://doi.org/10.21573/vol37n12021.105106

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