ELEIÇÕES E DÉFICITS DEMOCRÁTICOS NA QUARTA REPÚBLICA DA NIGÉRIA: UM COMENTÁRIO

Al-Chukwuma Okoli, Chigozie Joseph Nebeife, Markus Arum Izang

Resumo


Este artigo é um comentário que interroga o fenômeno de déficits democráticos na Quarta República da Nigéria, com base em uma análise exploratória de fontes secundárias. A essência do governo é a realização do bem público. O governo democrático é aclamado como o mais adequado para determinar e implementar tal mandato. Aliás, essa não foi uma experiência geral nas democracias do mundo. As sucessivas administrações democráticas na Quarta República da Nigéria deixaram muito a desejar em relação ao cumprimento de seu mandato democrático por meio de representação adequada e boa governança. Séries de eleições produziram diferentes culturas de supostos representantes das pessoas. No entanto, as condições existenciais do povo não foram tocadas de maneira a justificar que esses representantes governem na instância do povo, e muito menos representem seus interesses e aspirações. Os grandes déficits de democracia a esse respeito justificaram a submissão deste artigo ao efeito de que a democracia eleitoral na Quarta República da Nigéria não produziu os dividendos democráticos necessários em termos de governança eficiente e representação efetiva.

Palavras-chave


Democracia, déficits democráticos, representação democrática, eleições, Quarta República da Nigéria.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2448-3923.100199

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Revista Brasileira de Estudos Africanos (RBEA)

e-ISSN 2448-3923; ISSN 2448-3907

Publicação do CEBRAFRICA/UFRGS