Artificialidade intencional: um princípio para reposicionar o corpo

Autores

Palavras-chave:

Artificialidade Intencional, Edward Gordon Craig, Formação Docente, Teatro de Formas Animadas, Michel Foucault

Resumo

O artigo desenvolve um exercício de pensamento sobre o princípio da artificialidade intencional depreendido da obra de Edward Gordon Craig com o objetivo de fazer mover o corpo na formação docente. As noções foucaultianas de corpo dócil, corpo utópico e heterotopia são postas em operação em lateralidade com as propostas craiguianas da Übermarionnette e do Projeto Scene, com intuito de pensar o corpo artificial da marionete em relação ao corpo orgânico das estudantes de Pedagogia. Conclui-se que há duas vias coexistentes e conflitivas que operam nos processos de subjetivação, uma relacionada à ordem disciplinar e outra que aciona o corpo para a criação.

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Biografia do Autor

Rossana Della Costa, Universidade Federal de Santa Maria

Professora de ensino superior no Curso  Licenciatura em Teatro do Centro de Artes e Letras da da Universidade Federal de Santa Maria.

Publicado

2019-04-15

Como Citar

Della Costa, R. (2019). Artificialidade intencional: um princípio para reposicionar o corpo. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 9(2), 1–26. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/85089

Edição

Seção

Temas Contemporâneos