Performance e Documento, ou o que chamamos por esses nomes?

Autores

  • Lúcio José de Sá Leitão Agra (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo/SP, Brasil) PUC-SP

Palavras-chave:

Performance, Documento, Performatividade, Arquivo, Memória

Resumo

O artigo ensaia a discussão entre a questão do documento na performance e a perspectiva que desarma a lógica do colonizador na produção dessa arte em países periféricos. Sugere a possibilidade de se pensar os desafios das instituições de apoio/arquivo da obra de arte nesse contexto e em face das perspectivas da arte contemporânea, tomando como princípio norteador a ideia de que há uma produção de performance brasileira que escapa ao entendimento forjado nos centros de prestígio internacionais que norteiam o mercado artístico.

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Biografia do Autor

Lúcio José de Sá Leitão Agra (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo/SP, Brasil), PUC-SP

Lucio Agra, natural de Recife (PE),, vive e trabalha em São Paulo. Sua produção artística mescla a poesia, a performance, a música e as tecnologias. Também é professor de performance na Graduação em Comunicação das Artes do Corpo da PUC-SP, mesma instituição na qual doutorou-se em Comunicação e Semiótica com a tese Monstrutivismo - reta e curva das vanguardas, recentemente publicada (Ed. Perspectiva, 2010).É presidente da Associação Brasil Performance (BrP) e líder do Grupo de Estudos da Performance da PUC-SP. Prepara novo livro sobre a performance no contemporâneo.

Publicado

2013-12-04

Como Citar

Agra (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo/SP, Brasil), L. J. de S. L. (2013). Performance e Documento, ou o que chamamos por esses nomes?. Revista Brasileira De Estudos Da Presença, 4(1), 60–69. Recuperado de https://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/41937

Edição

Seção

Poéticas e Políticas da Performance