QUANDO O SOLO VIRA ARTE: A GEODIVERSIDADE ENTRE CORES E PAISAGENS LONDRINENSES

José Rafael Vilela da Silva, Jeani Delgado Paschoal Moura

Resumo


Este trabalho resulta de atividades de pesquisa e ensino realizadas com estudantes dos 6° anos do Ensino Fundamental do Colégio Marista, em Londrina, Paraná. A pesquisa bibliográfica se fundamentou em conceitos e definições sobre a geodiversidade e sua correlação e materialização na paisagem, em especial, nas paisagens londrinenses. A metodologia de pesquisa se pautou em experimentações de campo e de laboratório, onde se pôde coletar e analisar atributos do solo, como a sua coloração, característica que pode ser observada a olho nu e se constitui como um importante indicador para a tipologia dos solos e sedimentos da região. Como resultados, realizou-se combinações de tipos de solo da região, obtendo-se colorações diferenciadas para a produção artesanal de tintas naturais, utilizadas pelos estudantes para a pintura de paisagens da cidade de Londrina. A representação artística das paisagens se mostrou distinta das técnicas tradicionais de pintura, o que reforça a sua potencialidade em atividades pedagógicas, cuja dimensão artístico-geográfica permitiu estabelecer importantes correlações que envolveram o aprendizado sobre os elementos da geodiversidade na constituição das paisagens londrinenses.

Palavras-chave


Paisagem; Educação Geográfica; Tintas Naturais

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DOI: https://doi.org/10.22456/1982-0003.97523

Para Onde!? / ISSN 1982-0003  / DOI https://doi.org/10.22456/1982-0003

Revista do Programa de Pós-Graduação em Geografia - Instituto de Geociências - Universidade Federal do Rio Grande do Sul


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