JANE AMAVA HELEN QUE NÃO SABIA BEM SE AMAVA JANE QUE TAMBÉM AMAVA BLANCHE: HETEROSSEXUALIDADE COMPULSÓRIA EM UMA LEITURA QUEER DE JANE EYRE DE CHARLOTTE BRONTË

Ruan Nunes

Resumo


RESUMO: Desde a sua publicação, Jane Eyre, romance de estreia de Charlotte Brontë, tem sido estudado e analisado de várias perspectivas. Entretanto, considerando que poucos trabalhos no Brasil têm abordado a obra sob um viés queer, proponho ler duas famosas cenas do romance para ilustrar a discussão de como a heterossexualidade compulsória, conforme discutido por Adrienne Rich (2003), se tornou um mecanismo de apagamento da atração e do desejo que Jane sentia por Helen Burns e Blanche Ingram, duas personagens do romance. Enriquecendo a discussão, utilizo ainda dois ensaios de Sigmund Freud (1996, 2007) para ressaltar como se dá a construção do desejo de Jane pelas duas supracitadas personagens. 

 

PALAVRAS-CHAVE: Jane Eyre; Queer; Heterossexualidade compulsória.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.85225

Direitos autorais 2018 Ruan Nunes

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

E-ISSN: 22388915 / ISSN Impresso: 0102-6267

LICENÇA

Os artigos publicados na revista estão sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional

INDEXADORES

  

     

   

 

           Imagen relacionada

   

Flag Counter