Romance memorial (ou familiar) e memória cultural; a necessidade de transmitir em Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves

Zilá Bernd

Resumo


O artigo tem por objetivo aproximar os conceitos de Memória Cultural e Romance Memorial na medida em que ambos têm na memória genealógica e nos processos de transmissão suas bases epistemológicas.  O artigo procura mostrar que o romance contemporâneo transita da interioridade (escritas de si) para a anterioridade (necessidade de desvendar traços da ancestralidade do narrador) e aporta exemplos retirados do romance da autora afro-brasileira Ana Maria Gonçalves, Um defeito de cor (2010) que, através de 950 páginas, retraça a busca de uma ex-escrava por seu filho e a estratégia de preservação da Memória ancestral através das funções de transmissão, revivescência e reflexividade, apontadas pela teórica Anne Muxel (2007).  


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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.48058

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E-ISSN: 22388915 / ISSN Impresso: 0102-6267

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