LATIM, BIQUÍNI E SINFONIA DISCORDANTE: LÍNGUAS CLÁSSICAS E METODOLOGIA DE ENSINO

Eduardo Marcant Engelsing

Resumo


Neste artigo se discute a visão que os profissionais de Letras têm do latim e do ensino de línguas Clássicas. Baseando-se na noção de que o que faz uma língua são capacidades inatas e individuais do ser humano – e não o uso dessa língua entre indivíduos e em comunidade – o estudo de latim se encerra na leitura de textos escritos entre dois a quatros séculos, em oposição a mais de dois milênios de uso do latim, e o ensino de língua é individualista e formalista, em oposição ao social e participativo.  Se propõe que uma concepcão mais ampla de língua e a noção de aprendizagem como crescente participação em atividades letradas podem transformar o estudante, de titubeante leitor de poucos autores, em ativo participante da comunidade que se extende por vários territórios do globo e abarca a produção de vinte séculos de história: a produção mais ampla, mais diversificada, mais influente na história social e literária dos homens.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.44148

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E-ISSN: 22388915 / ISSN Impresso: 0102-6267

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