À MARGEM DA LEI: PRÁTICAS CULTURAIS NA AMAZÔNIA ACREANA

Gerson Rodrigues Albuquerque

Resumo


Desde a última década do século XX, algumas práticas culturais e a própria sobrevivência de comunidades de mulheres e homens da região do Vale do Juruá, na Amazônia acreana passaram a ser impactadas pela ação de determinados agentes públicos que, em nome de instituições de proteção ambiental, a partir de diligências e relatos de fiscalização, operacionalizam uma verdadeira criminalização dos modos de vida de populações secularmente habitantes da floresta e de suas entidades representativas. Com base nesses relatos e em trechos de processos criminais ou administrativos, tendo como pano de fundo a relação linguagem e cultura, no âmbito deste artigo, procura-se problematizar a produção discursiva que reduz diferentes comunidades de habitantes da floresta em “criminosos ambientais”, silenciando suas vozes e marginalizando suas culturas.

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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.103306

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E-ISSN: 2238-8915 / ISSN Impresso: 0102-6267


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