VELHICE FEMININA E ALTERIDADE EM NARRATIVAS ORAIS DA MATINTAPERERA

Andressa de Jesus Araújo Ramos, Rubenil da Silva Oliveira, Maria do Perpétuo Socorro Galvão Simões

Resumo


A velhice é, para Boclin (2003), uma categoria que recentemente ganhou maior ganhou maior notoriedade social. Embora muitos pesquisadores tenham estudado essa população, a imagem do velho e, principalmente, da velha sofre preconceitos e estereótipos resultantes da carência de informação e publicação. Contudo, as narrativas orais da Matintaperera, recolhidas pelo “O Imaginário nas Formas Narrativas Orais da Amazônia Paraense” (IFNOPAP) revelaram nova tradução da velhice feminina, não carregada de estereótipos, mas de novidade, contemporaneidade e liberdade. Este artigo tem como objetivo geral compreender a velhice feminina a partir da noção de alteridade em narrativas orais da Matintaperera, recolhidas pelo IFNOPAP. O referencial teórico traz Beauvoir (2018), Goldenberg (2017), Zimerman (2007) e Debert (1994). Portanto, esta pesquisa contribuirá aos estudos da velhice, articulada a noção de alteridade, pois assim como Beauvoir (2018) consideramos que a senescência não é uma realidade fixa, mas o produto de um alongamento de um processo.


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DOI: https://doi.org/10.22456/2238-8915.103017

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E-ISSN: 2238-8915 / ISSN Impresso: 0102-6267


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