Intexto https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto <p>Intexto é uma publicação em modalidade contínua do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Lançada em 1997, tem periodicidade contínua, com um número anual, e está aberta a contribuições originais de autores brasileiros e estrangeiros em fluxo contínuo. Acolhe pesquisas teóricas e empíricas realizadas no campo interdisciplinar da <strong>Comunicação</strong>, tendo como objetivo constituir-se como espaço para o debate e a difusão de ideias capazes de configurar diferentes cenários comunicacionais.</p><p> </p><p>Confira as páginas da Intexto no <a href="http://scholar.google.com/citations?huser=R3L7UjgAAAAJ&amp;user=R3L7UjgAAAAJ" target="_blank"><strong>Google Acadêmico</strong></a> e no <a href="http://www.facebook.com/RevistaIntexto/" target="_blank"><strong>Facebook</strong></a>.</p> pt-BR <p>Os Direitos Autorais dos artigos publicados neste periódico pertencem aos autores, e os direitos da primeira publicação são garantidos à revista. 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Nela, o Grupo de Pesquisa Semiótica e Culturas da Comunicação procurou discutir as potencialidades e limites de uma perspectiva comunicacional não somente fundamentada nos trabalhos fundadores da semiótica (Saussure, Peirce) e desenvolvida em seus modelos estruturalistas (como em Jakobson, Barthes, Hjelmslev e Lotman), mas também revisitada pelos textos que operaram uma desconstrução do estruturalismo pelo interior dos postulados deste próprio estruturalismo (Derrida, Kristeva, Deleuze, Guattari). O artigo apresenta esta proposta pelos modos como a pesquisa trabalhou com dez desconstruções ligadas a conceitos e problemas teóricos centrais ao debate das materialidades da comunicação: semiótica, comunicação, materialidades, presença, fenômeno, <em>representâmen</em>, meios, signo e significante, estrutura e sistema, sugerindo uma passagem das materialidades à imanência de uma comunicação micropolítica e pós-humana.</p> Alexandre Rocha da Silva, Alessandra Werlang, André Corrêa da Silva de Araujo, Bruno Bueno Pinto Leites, Caio Ramos da Silva, Cássio de Borba Lucas, Felipe Maciel Xavier Diniz, Gabriel Pio Nonino , Guilherme Gonçalves da Luz, Jamer Guterres de Mello, João Fabricio Flores da Cunha, Lennon Pereira Macedo, Luis Felipe Silveira de Abreu, Luiza Muller, Marcelo Bergamin Conter, Marcio Telles, Mario Alberto Pires de Arruda, Suelem Lopes de Freitas Copyright (c) 2022 Alexandre Rocha da Silva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120299 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Micropolíticas https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120333 <p>O artigo traça um percurso de definição do conceito de micropolítica em uma visada singular da Semiótica Crítica. Busca suplementos nas teorizações de Deleuze e Guattari para pensá-la enquanto força subjacente a alianças que produzem zonas de devir. Em relação às proposições de Rolnik e Guattari, projeta a compreensão da micropolítica enquanto processo de cooperação dissonante entre sujeitos posicionados em subjetividades distintas, processo que faz esses modelos existenciais desterritorializarem-se. Já considerando as características fenomênicas desse processo, recorre ao pensamento de James e de Lapoujade para compreender que a micropolítica é produzida e intensificada a partir do que esses filósofos chamaram de experiência pura.</p> Mario Alberto Pires de Arruda, Alexandre Rocha da Silva, André Corrêa da Silva de Araujo, Caio Ramos da Silva, Cassio de Borba Lucas, Demétrio Rocha Pereira, Francisco Menegat, Giovana Colling, Guilherme da Luz, Jacqueline Kneipp Dal Bosco, João Fabrício Flores da Cunha, Lennon Pereira Macedo, Luis Felipe Silveira de Abreu, Luiza Müller, Márcio Telles, Taís Casagrande, Alessandra Pereira Werlang Copyright (c) 2022 Mario Alberto Pires de Arruda, Alexandre Rocha da Silva, André Araújo, Caio Ramos, Cassio de Borba Lucas, Demétrio Rocha Pereira, Francisco Menegat, Giovana Colling, Guilherme da Luz, Jacqueline Dal Bosco, João Flores da Cunha, Lennon Macedo, Luis Felipe Abreu, Luiza Müller, Márcio Telles, Taís Casagrande https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120333 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Acontecimentos do acontecimento na Comunicação https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120304 <p>Este artigo apresenta parte do percurso traçado pela pesquisa <em>Semiótica Crítica: a Comunicação como acontecimento</em>. Como ponto de entrada ao trabalho, apresentaremos aqui a hipótese central e nossos objetivos; a saber, a percepção de que o conceito de acontecimento, a despeito de sua importância, tem dispersão na área da Comunicação, e flutua entre compreensões empiristas, funcionalistas e/ou fenomenológicas. Entrevendo outra vida possível ao conceito, com outra potencialidade à pesquisa comunicacional, passamos a investigar as dimensões pragmaticistas do acontecer, entre a semiótica de Charles Sanders Peirce e a filosofia de Gilles Deleuze. Ao pensar o acontecimento nos seus efeitos, com sua efetuação e contra-efetuação inseparáveis, abre-se espaço a um pensamento da Comunicação que não reifique seus objetos ou a experiência, focando em compreender as traduções aí envolvidas.</p> Luis Felipe Silveira de Abreu, Alexandre Rocha da Silva, André Corrêa da Silva de Araujo, Cássio de Borba Lucas, Giovanna dos Passos Colling, Isabelle do Pilar Mendes, Jacqueline Kneipp Dal Bosco, João Fabrício Flores da Cunha, Lennon Pereira Macedo, Luiza Müller, Mario Pires de Arruda, Victória da Silva Morele Copyright (c) 2022 Luis Felipe Silveira de Abreu, Alexandre Rocha da Silva, André Corrêa da Silva de Araujo, Cássio de Borba Lucas, Giovanna dos Passos Colling, Isabelle do Pilar Mendes, Jacqueline Kneipp Dal Bosco, João Fabrício Flores da Cunha, Lennon Pereira Macedo, Luiza Müller, Mario Pires de Arruda, Victória da Silva Morele https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120304 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 "Uma reserva de mundo" https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120863 <p>O texto problematiza o livro <em>Semiótica Crítica e as materialidades da comunicação</em>. Destaca, fundamentalmente, o modo como a perspectiva teórica de Hans Ulrich Gumbrecht é apropriada. Acima de tudo, trata-se de um balanço crítico, uma homenagem ao legado intelectual de Alexandre Rocha da Silva, que organizou o volume e liderou o processo de pesquisa no qual o livro culmina.</p> Fabricio Lopes da Silveira Copyright (c) 2022 Fabricio Silveira https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120863 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 A cartografia como expressão da sensibilidade https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120463 <p>Este artigo, de caráter teórico-reflexivo, versa sobre o tema cartografia, escolhido pela relevância que a ele se atribui em contraponto a mapeamento, o que implica reconhecer que as realidades observáveis são passíveis de reconhecimento e são de natureza racional e sensível. Ele objetiva desenvolver o conceito de cartografia como um processo operado pela sensibilidade, no sentido de responder ao desafio de trabalhar representações, intensidades e fluxos socioculturais, compreendidos como motores da criação de sentido. Os sentidos estruturam-se em rizomas, termos em interação e constante fluxo, os quais se organizam em teias emaranhadas cujos configuram territórios de simbolização. Esses movimentos são orientados pelo desejo. Esses territórios, embora dinâmicos e mutantes, permitem cartografá-los em seus deslocamentos. Para viabilizar essa formulação julgou-se necessário: (a) rever o nível de conhecimento da metalinguagem em relação à língua-objeto (na ordem de relações com metodologia e epistemologia), situando a metalinguagem em uma relação imediata com a realidade. O desaparecimento de uma circunscrição preliminar de recorte da realidade promoverá maior abertura para a interpretação, para a captura de elementos sem pertinência <em>a priori</em>, pelas linhas de força da assimilação ou da dispersão; e (b) retomar o conceito de abdução como raciocínio de descoberta, por excelência. Em consequência dessas proposições, será explorar o processo cartográfico no desenvolvimento das pesquisas aplicadas nos campos do design e da comunicação. </p> Ione Maria Ghislene Bentz Copyright (c) 2022 Ione Maria Ghislene Bentz https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120463 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Normas para Publicação https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/126251 Comissão Editorial Intexto Copyright (c) 2022 Comissão Editorial Intexto https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/126251 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Apresentação https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/125605 <p>Apresentação da edição em homenagem ao professor Alexandre Rocha da Silva.</p> Nísia Martins do Rosário, André Corrêa da Silva de Araujo Copyright (c) 2022 Nísia Martins do Rosário, André Corrêa da Silva de Araujo https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/125605 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Por uma semiótica política https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120465 <p>A partir de uma vida dedicada aos ofícios do intelecto, na sua missão de transmissão ética do conhecimento, afinal, a semiótica é a ética do intelecto, e tendo alcançado o ponto de maturidade de sua pesquisa e de seu pensamento, Alexandre Rocha da Silva deu início ao percurso de seu pós-doutoramento. Requereu para isso o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico que lhe foi deferido em uma disputa na qual poucos foram contemplados, para o desenvolvimento da pesquisa sob a supervisão de Lucia Santaella. O embrião já começou a ser fertilizado em 2018 e, durante todo o ano de 2019, Alexandre viveu em São Paulo para a convivência não só com a supervisora, mas também com toda a sua ambiência de pesquisa. Foi admirável, como tudo por onde colocava sua presença, a dedicação de Alexandre a todas as atividades desenvolvidas no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo que abrigou o seu projeto, estendidas também ao Programa de Estudos Pós-Graduados em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, na mesma universidade. Como fruto dessa convivência, Lucia Santaella dispõe hoje de todo o material que foi produzido durante o percurso da pesquisa, além dos primeiros capítulos destinados à edição de um livro em coautoria. O artigo que aqui se apresenta representa o ponto de partida dessa coautoria, que neste momento pretende tornar público o projeto de pesquisa que inseminou o desenvolvimento do projeto levado a cabo por Alexandre Rocha da Silva.</p> Alexandre Rocha da Silva, Lucia Santaella Copyright (c) 2022 Lucia Santaella https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120465 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Semioses das semioses do golpe https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120159 <p>Este artigo apresenta uma revisão crítica da trilogia de artigos “Semioses do Golpe”, “Semioses do Golpe 2” e “Semioses do Golpe 3”, apresentada por Alexandre Rocha da Silva e seus orientandes, nos anos de 2016, 2017 e 2018, no Grupo de Pesquisa Semiótica da Comunicação da Intercom. Interessa-nos colocar em discussão alguns dos preceitos desconstrucionistas que serviram de base para a discussão proposta em cada artigo, tais como: o diagrama, a desterritorialização e a reterritorialização e a falácia referencial, bem como os possíveis desdobramentos que tais abordagens sugerem no diálogo com outros autores. Com isso, intentamos elucidar de que maneira cada texto realiza a desconstrução de diferentes golpes ocorridos no Brasil e em países da América Latina, bem como situar os índices referentes às relações políticas que se materializam pela linguagem.</p> Regiane Miranda de Oliveira Nakagawa, Fábio Sadao Nakagawa, Nísia Martins do Rosário, Patrícia de Oliveira Iuva Copyright (c) 2022 Regiane Miranda de Oliveira Nakagawa, Fábio Sadao Nakagawa, Nísia Martins do Rosário, Patrícia de Oliveira Iuva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120159 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Notas para As configurações da comunicação https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120306 <p>O artigo apresenta premissas para o projeto <em>As configurações da comunicação</em>, idealizado por Alexandre Rocha da Silva e desenvolvido coletivamente por integrantes do GPESC. A comunicação é pensada desde a Semiótica Crítica como indissociável das três ordens faneroscópicas que a configuram <em>ad hoc</em> (primeiridade, secundidade e terceiridade), mas também das três ordens metafísicas que configuram o processo do conhecimento e da vida. Na primeira seção, vemos como o acaso distribui qualidades em operações estéticas que configuram iconicamente o sensível; na segunda, pensamos a existência e o encontro à luz de uma ética comunicacional; na terceira, a mediação como fundamento para a fixação da crença e a mudança de hábitos. Uma última seção formula os termos de um conceito de comunicação sinequista como uma continuidade entre os três distintos horizontes comunicacionais. Procura-se, com isso, problematizar politicamente a comunicação ao concebê-la pela atualização ética de potenciais estéticos.</p> Alexandre Rocha da Silva, Cássio de Borba Lucas, Demétrio Rocha Pereira, Francisco Menegat, Giovana dos Passos Colling, Isabelle do Pilar Mendes, João Fabrício Flores da Cunha, Lennon Pereira Macedo, Luis Felipe Silveira de Abreu, Luiza Müller, Mario Alberto Pires de Arruda, Taís Severo, Victoria da Silva Morele Copyright (c) 2022 Alexandre Rocha da Silva, Cássio de Borba Lucas, Demétrio Rocha Pereira, Francisco Menegat, Giovana Colling, Isabelle do Pilar Mendes, João Fabrício Flores da Cunha, Lennon Macedo, Luis Felipe Silveira de Abreu, Luiza Müller, Mario Alberto Pires de Arruda, Taís Severo, Victoria Morele https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120306 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 TeleELISvisiva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120300 <p><em>TeleELISvisiva</em>, ao desenvolver a hipótese histórica de que Elis Regina foi a primeira cantora produzida especificamente pela televisão, o que lhe confere uma importância fundamental para o estudo dos processos midiáticos, encontra dois desafios: o da descrição semiótica do propriamente televisivo na articulação de gêneros, subgêneros e formatos e o do reconhecimento das formas televisivas como instauradoras de uma nova modalidade de reflexão, que cria mundos, pensamentos, atores e cenários que lhes são próprios.</p> Alexandre Rocha da Silva Copyright (c) 2022 Alexandre Rocha da Silva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120300 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Expediente https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/126252 Comissão Editorial Intexto Copyright (c) 2022 Comissão Editorial Intexto https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/126252 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Política Editorial https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/126250 Comissão Editorial Intexto Copyright (c) 2022 Comissão Editorial Intexto https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/126250 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Semiótica e a formulação de hipóteses https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/121360 <p>Nesta entrevista inédita, <span style="background: white;">o professor e pesquisador Alexandre Rocha da Silva (<em>in memoriam</em>) articula as implicações do isolamento social, da política, dos negacionismos, da razão científica segundo a semiótica crítica da comunicação. Realizada de modo remoto, em março de 2021, o diálogo é um convite para observar as mudanças em virtude da pandemia no Brasil cujo argumento, inevitavelmente, envereda ao (re)pensar a história recente do nosso país. É, sobretudo, um diálogo conduzido pela formulação de hipóteses que, de acordo com o professor, se potencializam pela semiótica.</span></p> Alexandre Rocha da Silva, Laura Ferreira Guerra, Ana Javes Andrade da Luz Copyright (c) 2022 Laura Ferreira Guerra, Ana Javes Andrade da Luz https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/121360 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Teorias em dispersão dos cineastas brasileiros sobre o audiovisual https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120608 <p><em>Teorias em dispersão dos cineastas brasileiros sobre o audiovisual: arqueologia, semiótica e desconstrução</em> investiga em diferentes registros – verbais e não-verbais – os procedimentos semióticos que indiciam teorias de cineastas sobre o audiovisual. Tais teorias, em devir, encontram-se dispersas entre artigos, entrevistas e filmes realizados por Glauber Rocha, Júlio Bressane e Rogério Sganzerla, cineastas cujas produções constituem o <em>corpus</em> desta pesquisa. As resenhas, dissertações e teses sobre o tema, escritas por outros autores – acadêmicos ou jornalistas – foram utilizadas como materiais de apoio criticamente revisados em função dos vestígios e vetores das teorias em dispersão, a serem sistematizadas teoricamente a partir de três eixos: a arqueologia, a semiótica e a desconstrução. À arqueologia, coube a identificação de traços teóricos em dispersão e de suas regras de visibilidade; à semiótica, a sistematização da lógica das semioses identificadas, e à desconstrução, a transformação regulada do que já foi escrito na forma de uma teoria sobre o audiovisual. A investigação dos materiais resultou (1) em uma metodologia experimental em três gestos analíticos: a atenção flutuante, a dispersão e a serialização, e (2) em séries sígnicas derivadas da obra de cada diretor que indiciam suas teorias sobre o audiovisual (os jogos de designação em Bressane, as cruzes em Glauber e a antropofagia intersemiótica em Sganzerla).</p> Alexandre Rocha da Silva, Luiza Müller, Cássio de Borba Lucas, André Corrêa da Silva de Araujo Copyright (c) 2022 Luiza Müller, Cássio de Borba Lucas, Alexandre Rocha da Silva, André Correia da Silva de Araújo https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120608 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 A dispersão na semiótica das minorias https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120482 <p class="IntResumoepalavras-chave">Propõe-se o estudo das semioses engendradas pelas minorias como atos de comunicação. Tal perspectiva, ao impor a primazia dos processos de comunicação sobre os sistemas de significação, desloca o foco das teorias dos códigos para as teorias da produção sígnica, aqui abordadas do ponto de vista das dispersões que produzem em relação à cultura das mídias. Entre as diversas opções capazes de tematizar minorias, abordam-se, aqui, aquelas associadas aos regimes sexuais e racistas, por se considerar que esses regimes caracterizam as comunicações no século XX. Assim, as homossexualidades tematizam as dispersões no âmbito da sexualidade e os racismos constituem as técnicas que estabelecem um tipo de contexto em que as minorias são identificáveis.</p> Alexandre Rocha da Silva Copyright (c) 2022 Alexandre Rocha da Silva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120482 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 Produção jornalística de sexualidades https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120483 <p class="IntResumoepalavras-chave">Produção jornalística de sexualidades apresenta resultado de pesquisa realizada nos arquivos do jornal Folha de São Paulo durante o ano de 1997, ano em que se iniciaram os debates parlamentares sobre União Civil Homossexual no Brasil. São analisados os códigos que regulamentam os regimes de signos de sexualidade hegemônica e as potências dispersivas que agenciam a constituição de cartografias de sexualidades em devir.</p> Alexandre Rocha da Silva Copyright (c) 2022 Alexandre Rocha da Silva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120483 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300 A morte do homem e o império da intertextualidade https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120322 <p class="IntResumoepalavras-chave">Este artigo foi publicado originalmente em 1997, no volume Semiótica e Pragmática da Comunicação, dos Cadernos de Comunicação do Mestrado em Semiótica, organizado por Elizabeth B. Duarte e lançado pela Editora UNISINOS (São Leopoldo, RS). Aparece, aqui, pela primeira vez em versão digital. Transcrito por Cássio B. Lucas. Alexandre, então aluno de mestrado, discute aqui algumas concepções de intertextualidade em conjunção com o problema nietzscheano da superação da forma-homem e das cartografias de forças que configuram o sentido da comunicação. Analisa, por fim, uma canção de Caetano Veloso em que se abrem várias linhas intertextuais para a revisão crítica e criativa da Bossa Nova.</p> Alexandre Rocha da Silva Copyright (c) 2022 Alexandre Rocha da Silva https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/120322 Mon, 08 Aug 2022 00:00:00 -0300