Poesia e violência no berço da linguagem silenciosa: o caso de Chaplin

Ciro Inácio Marcondes

Resumo


A carreira de Charles Chaplin, especialmente em sua fase na Keystone, tem um fundamento na violência. Ou em duas violências: a primeira, a violência física das trombadas e pontapés que seu personagem Carlitos desfere em seus antagonistas; e a segunda, a violência motora, do movimento incessante pelo campo cinematográfico e através dos planos. Propomos uma análise desta dupla valência da violência em Chaplin como princípio fundador da poesia cinematográfica silenciosa: como esta violência motora e física se transforma em balé? Será analisada a trajetória de Chaplin em seus primeiros curtas por meio de uma reconstrução narrativa e histórica do cinema, em busca do nascimento da poesia fílmica.


Palavras-chave


Charles Chaplin; Poesia cinematográfica; Cinema silencioso; Violência

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DOI: https://doi.org/10.19132/1807-858320190.%25p



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