Cinema de Asserção Pressuposta: Apontamentos sobre construção intencional em dois curtas-metragens brasileiros

Cristiana Magalhães de Carvalo Azevedo, Potiguara Mendes da Silveira Jr, Marília Xavier de Lima

Resumo


Outra linguagem desponta no cenário de produção cinematográfica nos curtas-metragens brasileiros. Utilizando de uma narrativa híbrida, os diretores moldam a forma fílmica de acordo com o ideal de representação particular. Diante disso, partimos do conceito do Cinema de Asserção Pressuposta, de Noël Carroll, e analisamos os curtas-metragens Deus (2016), de Vinícius Silva e Magalhães (2018), de Lucas Lazarini. Observamos o enquadramento da ação subjetiva apontado para uma asserção do mundo contemporâneo. Logo em seguida, listamos as qualidades inauguradas sobre a construção da imagem em cada uma das obras, de acordo com as observações da teoria.


Palavras-chave


Curta-metragem. Cinema Brasileiro. Ficção. Documentário. Cinema de Asserção Pressuposta.

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.19132/1807-858320200.%25p



Intexto | E-ISSN 1807-8583 | Facebook | Google Scholar 

Classificação Qualis: B1 - Comunicação, Informação, História, Letras/Linguística  | B2 - Psicologia | B3 - Ciência Política e Relações Internacionais, Arquitetura, Urbanismo e Design, Ciências Ambientais, Interdisciplinar | B4 - Sociologia. 

Programa de Pós-graduação em Comunicação | Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Rua Ramiro Barcelos, 2705 sala 519 - Porto Alegre, RS, Brasil | E-mail: Intexto @ufrgs.br

Membro Associação Brasileira de Editores Científicos 

Signatária DORA (San Francisco Declaration on Research Assessment)