Philip Meyer, o outsider que criou o Jornalismo de Precisão

Autores

  • Marília Gehrke PPGCOM/UFRGS
  • Luciana Mielniczuk Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201739.4-13

Palavras-chave:

Philip Meyer. Jornalismo. Jornalismo de Precisão. Jornalismo de dados.

Resumo

A importância da trajetória de Philip Meyer para os estudos de jornalismo é o ponto principal desta entrevista. Ele é o criador do Jornalismo de Precisão, conceito que aproxima o jornalismo da ciência por meio de métodos científicos sociais, e que, também, dá nome a um de seus livros, publicado pela primeira vez em 1973. Ainda que o Jornalismo de Precisão não demande, necessariamente, o uso de computadores, Meyer começou a trabalhar com as máquinas antes de sua popularização, nos protestos de Detroit, em 1967, depois de passar nove meses na Universidade de Harvard. Utilizando amostra na narrativa jornalística, Meyer e a equipe do jornal Detroit Free Press receberam um Prêmio Pulitzer um ano depois. O Jornalismo de Precisão ainda é um conceito utilizado, mas hoje mais associado ao jornalismo de dados. Nessa entrevista, respondida por email, Meyer não só relembra aspectos de sua carreira e fala sobre a prática jornalística, como o uso de dados, transparência e hipótese, bem como revela suas percepções sobre o futuro do jornalismo.

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Biografia do Autor

Marília Gehrke, PPGCOM/UFRGS

Mestranda, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil

Luciana Mielniczuk, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Professora no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil

 

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Publicado

2017-05-23

Como Citar

Gehrke, M., e L. Mielniczuk. “Philip Meyer, O Outsider Que Criou O Jornalismo De Precisão”. Intexto, nº 39, maio de 2017, p. 4-13, doi:10.19132/1807-8583201739.4-13.

Edição

Seção

Entrevista