Do documentário histórico ao imaginário antropológico do regime militar brasileiro: uma leitura simbólica sobre o golpe de 1964

Autores

  • Eduardo Portanova Barros Universidade do Vale do Rio dos Sinos
  • Danilo Fantinel Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201740.57-76

Palavras-chave:

Comunicação. Regime militar. Ditadura brasileira. História do Brasil. Imaginário. Documentário.

Resumo

Este artigo oferece uma leitura simbólica sobre o imaginário que movimenta seis filmes documentários relativos ao regime militar brasileiro. Elegemos os Estudos do Imaginário como heurística apropriada à revelação de imagens simbólicas, simbolismos e narrativas míticas estimuladas pelas representações fílmicas tanto do governo de João Goulart quanto do golpe civil-militar que o tirou da Presidência da República. A partir de documentação audiovisual, acessamos os elementos constitutivos do imaginário que move as obras. Assim, esperamos proporcionar uma complementação ao entendimento sobre esse período obscuro da sociedade brasileira, bem como oferecer uma abordagem alternativa à pesquisa em Comunicação sobre documentários históricos.

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Biografia do Autor

Eduardo Portanova Barros, Universidade do Vale do Rio dos Sinos

Pós-doutor pela Sorbonne (Paris V) e pelo PPG em Ciências Sociais da Unisinos, com doutorado em Comunicação Social pela PUCRS e mestrado em Ciências da Comunicação pela USP. Bacharel em Jornalismo pela PUCRS. Autor de "Truffaut, o homem que amava o cinema" (Canoas: Ed. da Ulbra, 2013). Tradutor de "Sociologia do imaginário", de Patrick Legros et alli. (Porto Alegre: Sulina, 2007).

Danilo Fantinel, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Integrante do Grupo de Pesquisa Imaginalis (CNPq), estuda as relações entre imaginário antropológico, comunicação social e cinema. Professor substituto de Produção Audiovisual e de Processos Fotográficos no Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS). Vinculado à Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, publica textos no portal Papo de Cinema.

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Publicado

2017-08-25

Como Citar

Barros, E. P., e D. Fantinel. “Do documentário histórico Ao imaginário antropológico Do Regime Militar Brasileiro: Uma Leitura simbólica Sobre O Golpe De 1964”. Intexto, nº 40, agosto de 2017, p. 57-76, doi:10.19132/1807-8583201740.57-76.

Edição

Seção

Artigos