Fronteiras e limites: encontros e choque de culturas no processo de crioulização semiótica

Autores

  • Irene Machado Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201637.58-75

Palavras-chave:

Encontros culturais. Estrangeiro. Fronteira. Crioulização. Diáspora africana. Intraduzibilidade.

Resumo

O principal objetivo do estudo é dimensionar o conceito semiótico de crioulização de modo a compreender tanto os encontros culturais quanto o choque de culturas por meio dos processos sígnicos da tradução e da intraduzibilidade que sustentam a comunicação. Para isso distinguiu-se o campo conceitual em que fronteira, para além de limite, designa linha de tensão entre os elementos em contato, caso das línguas, foco da abordagem semiótica de Iúri Lótman. Como campo empírico desse experimento analítico, situa-se o processo de crioulização quando da aventura ibérica no além-mar, no encontro com o continente africano e na ulterior diáspora africana para o território brasileiro. Espera-se assim redimensionar as implicações geopolíticas em termos de luta, resistência e explosão da condição estrangeira e da informação nova que emerge quando da permanência das relações de intraduzibilidade. 

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Biografia do Autor

Irene Machado, Universidade de São Paulo

Departamento de Comunicações e Artes, Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo

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Publicado

2016-12-21

Como Citar

Machado, I. “Fronteiras E Limites: Encontros E Choque De Culturas No Processo De crioulização semiótica”. Intexto, nº 37, dezembro de 2016, p. 58-75, doi:10.19132/1807-8583201637.58-75.

Edição

Seção

Artigos