Elogio da materialidade perceptiva das imagens: coexistência, hibridação e ultrapassamentos ontológicos (filme vs vídeo)

Benjamin Leon

Resumo


O objetivo do artigo é discutir a questão da intencionalidade perceptiva como condição essencial para compreender o cinema, não só em suas diferenças ou oposições de gêneros (ficção ou experimental) e de regime de imagens (analógica e digital), mas também em suas possibilidades hibridas de fusão entre filme e vídeo. Mais do que interrogar o cinema como um campo estrito, o estudo trata de recolocar o cinema em suas migrações (suporte, espaço e ambiente perceptivo). A partir do conceito de “pensamento visual”, desenvolvido por Rudolph Arnheim, torna-se possível (re)colocar em primeiro plano o desejo, e a potência intencional em presença na imagem em movimento. Olhamos o mundo como olhamos um filme? Ou seria o inverso? De quais maneiras uma leitura perceptiva e fenomenológica da arte e, particularmente, do cinema, em suas diferenças, coloca a questão do ser e da aparência?

Palavras-chave


Intencionalidade. Pensamento Visual. Rudolph Arnheim. Percepção. Cinema.

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DOI: https://doi.org/10.19132/1807-8583201636.30-45



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