A experiência do reconhecimento na configuração transpolítica do social

Autores

  • Angela Pintor dos Reis CENCIB - Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura. Centro Universitário Senac.

DOI:

https://doi.org/10.19132/1807-8583201738.41-59

Palavras-chave:

Transpolítica. Reconhecimento. Cibercultura.

Resumo

Este estudo discute as razões pelas quais a configuração transpolítica do social colabora para a problematização do reconhecimento como experiência intersubjetiva na vida social mediada pelo modus operandi dromocrático da cibercultura. A reflexão baseia-se em pesquisa bibliográfica a fim de encontrar relações entre as concepções de transpolítica em Trivinho, Virilio e Lotringer, e Baudrillard; a conceituação do terceiro espírito do capitalismo por Boltanski e Chiapello; e a caracterização do reconhecimento por Honneth e Lévinas. O objetivo é apontar a formação de um tipo de autorreconhecimento como saída para a alteridade sentir-se valorizada na vida social “transpolitizada”.

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Biografia do Autor

Angela Pintor dos Reis, CENCIB - Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura. Centro Universitário Senac.

Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP (bolsa Capes). Mestra em Comunicação e Semiótica pelo mesmo Programa de Pós-Graduação (bolsa CAPES). Membra do CENCIB - Centro Interdisciplinar de Pesquisas em Comunicação e Cibercultura. Professora do Centro Universiário Senac.

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Publicado

2017-01-24

Como Citar

Reis, A. P. dos. “A Experiência Do Reconhecimento Na configuração transpolítica Do Social”. Intexto, nº 38, janeiro de 2017, p. 41-59, doi:10.19132/1807-8583201738.41-59.

Edição

Seção

Artigos