A crítica de TV no Brasil: valores e repertórios

Rosana Soares, Márcio Serelle

Resumo


A crítica televisiva no jornalismo cultural enfrenta, hoje, desafios para a avaliação da programação, entre eles, o da organização de um repertório televisual. Este artigo objetiva, por meio da análise de textos dos jornalistas Patrícia Kogut, de O Globo, e Daniel Castro, do portal R7, identificar e discutir os valores (estéticos, mercadológicos, pedagógicos) que deles emergem. Os resultados obtidos apontam que as críticas de Kogut privilegiam o exame do discurso narrativo televisual, enquanto as de Castro, aspectos relacionados principalmente à audiência. Em comum, ambas as críticas compartilham valores relacionados à inovação, interatividade e transmidialidade como parâmetros para uma TV de qualidade.

Palavras-chave


Televisão. Crítica. Jornalismo cultural.

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Intexto | E-ISSN 1807-8583 | Facebook | Google Scholar 

Classificação Qualis: B1 - Comunicação, Informação, História, Letras/Linguística  | B2 - Psicologia | B3 - Ciência Política e Relações Internacionais, Arquitetura, Urbanismo e Design, Ciências Ambientais, Interdisciplinar | B4 - Sociologia. 

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