Sinais inflamatórios e crise epiléptica em pacientes admitidos em unidade de emergência

Autores

  • Edson Fernando Muller Guzzo
  • Diane Bressan Pedrini
  • Márcia Koja Breigeiron

Palavras-chave:

Convulsões. Enfermagem em emergência. Inflamação. Serviços médicos de emergência.

Resumo

Objetivo: Avaliar os sinais inflamatórios registrados em prontuários de pacientes com
diagnóstico principal de crise epiléptica, admitidos em unidade de emergência.
Método: Estudo transversal, retrospectivo. Amostra composta por 191 prontuários de
pacientes pediátricos, adolescentes, adultos e idosos, com diagnóstico clínico de crise
epiléptica, admitidos entre junho de 2016 a junho de 2017, na unidade de emergência de um
hospital de Porto Alegre/RS.
Resultados: Prevalência do relato de taquipneia (33,5%) e/ou febre (27,2%) como sinais
inflamatórios, estando febre relacionada à leucocitose (P=0,030). Crianças/adolescentes
tiverem crises menos frequentes (P=0,010) ede origem febril (P=0,000). Adultos
apresentaram maior número de eventos (P=0,006), provocados por medicações/intoxicações
(P=0,000). Nos idosos, crises ocorreram por distúrbios metabólicos/circulatórios (P=0,000),
com menor ocorrência de febre (P=0,005).
Conclusão: Crises epilépticas estão relacionadas à presença de febre e taquipneia,
apresentando diferentes etiologias conforme faixa etária, com maior frequência de ocorrência
entre adultos. Febre está relacionada à leucocitose, independentemente da idade.
Palavras-chave: Convulsões. Enfermagem em emergência. Inflamação. Serviços médicos de
emergência.

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Publicado

2020-02-03

Como Citar

1.
Guzzo EFM, Pedrini DB, Breigeiron MK. Sinais inflamatórios e crise epiléptica em pacientes admitidos em unidade de emergência. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 3º de fevereiro de 2020 [citado 10º de agosto de 2026];41. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/99806

Edição

Seção

Artigos Originais