Tempo porta-eletrocardiograma (ECG): um indicador de eficácia no tratamento do infarto agudo do miocárdio

Autores

  • Tatiana Soares Hospital Geral de Caxias do Sul
  • Emiliane N Souza Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul / F~undação Universitária de Cardiologia
  • Maria Antonieta Moraes Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul/Fundação Universitária de Cardiologia
  • Karina Azzolin Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul/Fundação Universitária de Cardiologia

Palavras-chave:

Infarto miocárdio, Eletrocardiografia, Enfermagem

Resumo

Mensurar o tempo porta-ECG nos pacientes com diagnósticos de IAM atendidos na emergência. Estudo de coorte que avaliou os tempos de chegada, de realização do ECG, de atendimento de enfermagem e de trombolítico. Os dados foram extraídos de prontuários, entre março a julho de 2006. A amostra foi composta por 53 pacientes com idade média de 61,1 ± 12,2 anos, 64% do sexo masculino. O atendimento inicial foi realizado pela enfermagem, com um tempo médio de 8 minutos e, o tempo porta-ECG de 20 minutos. Não houve diferença entre o tempo porta-ECG e o tipo de transporte até o hospital (P=0,39). O turno e o tipo de atendimento médico não influenciaram no tempo do primeiro ECG, P=0,23 e P=0,14, respectivamente. Os resultados do estudo demonstram um tempo porta-ECG acima de 10 minutos na maioria dos pacientes, porém não foi possível identificar com este estudo os fatores que retardaram a realização do ECG.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Tatiana Soares, Hospital Geral de Caxias do Sul

Especialista em Enfermagem em Cardiologia do Programa de Pós-Graduação da FUC. Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva pela Faculdade de Enfermagem Luiza de Marillac - Centro Educacional São Camilo - Sul. Especialista em Gestão Hospitalar pela Universidade de Caxias do Sul. Coordenadora do Serviço de Terapia Intensiva e Hemodinâmica do Hospital Geral de Caxias do Sul.

Emiliane N Souza, Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul / F~undação Universitária de Cardiologia

Mestre em Ciências da Saúde: Cardiologia FUC. Docente do Programa de Pós-Graduação Latu Sensu Enfermagem em Cardiologia da FUC. Docente da Faculdade Fátima, Caxias do Sul - RS

Maria Antonieta Moraes, Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul/Fundação Universitária de Cardiologia

Mestre em Ciências da Saúde: Cardiologia FUC. Enfermeira de Pesquisa Clínica IC-FUC. Coordenadora do Programa de Residência Integrada em Saúde: Enfermagem em Cardiologia FUC. Professora do Programa de Pós-Graduação Latu Sensu: Enfermagem em Cardiologia da FUC

Karina Azzolin, Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul/Fundação Universitária de Cardiologia

Mestre em Ciências da Saúde: Cardiologia FUC. Docente do Curso de Enfermagem – IPA Metodista. Professora do Programa de Pós-Graduação Latu Sensu: Enfermagem em Cardiologia da FUC

Downloads

Publicado

2009-10-20

Como Citar

1.
Soares T, Souza EN, Moraes MA, Azzolin K. Tempo porta-eletrocardiograma (ECG): um indicador de eficácia no tratamento do infarto agudo do miocárdio. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 20º de outubro de 2009 [citado 3º de agosto de 2026];30(1):120. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/6280

Edição

Seção

Artigos Originais