Adesão dos profissionais de terapia intensiva aos cinco momentos da higienização das mãos

Autores

  • Luccas Melo de Souza Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí
  • Maríndia Fernandes Ramos Hospital Dom João Becker
  • Evelin Santos da Silva Becker Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí
  • Lisiani Celina da Silva Meirelles Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí
  • Suzana Aparecida Oliveira Monteiro Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí

Palavras-chave:

Enfermagem. Terapia intensiva. Infecção hospitalar. Higiene das mãos. Desinfecção das mãos. Segurança do paciente.

Resumo

Objetivo: Identificar a adesão dos profissionais de saúde de uma Unidade de Terapia Intensiva aos cinco momentos de higienização das mãos.
Método: Estudo transversal analítico, com abordagem quantitativa, embasado em dados secundários de um banco de dados de um Serviço de Controle de Infecção Hospitalar de uma instituição do sul do Brasil. Foram analisadas 793 observações de julho a dezembro de 2012.
Resultados: Em 446 (56,2%) observações, não ocorreu a higienização das mãos, ficando a taxa de adesão em 43,7%. A maior adesão à higienização das mãos foi dos fisioterapeutas (53,5%) e a menor, dos técnicos de enfermagem (29,2%). As indicações com menor adesão à higienização das mãos foram “antes do contato com o paciente” (18,4%) e “antes de procedimento asséptico” (20,9%).
Conclusão: A prática de higienização das mãos está distante das diretrizes nacionais e internacionais, principalmente frente ao cenário atual de aumento de infecções por microrganismos multirresistentes.
Palavras-chave: Enfermagem. Terapia intensiva. Infecção hospitalar. Higiene das mãos. Desinfecção das mãos. Segurança do paciente.

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Biografia do Autor

Luccas Melo de Souza, Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí

Doutor em Enfermagem. Professor Adjunto da Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí (ULBRA-Gravataí). Líder do grupo de pesquisa Segurança e Saúde no Trabalho em Enfermagem (SESATE), da ULBRA-Gravataí

Maríndia Fernandes Ramos, Hospital Dom João Becker

Enfermeira do Hospital Dom João Becker, Gravataí.

Evelin Santos da Silva Becker, Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí

Acadêmica de enfermagem ULBRA-Gravataí.

Bolsista voluntária do Programa de Iniciação Científica da ULBRA.

Membro do SESATE da ULBRA-Gravataí.

Lisiani Celina da Silva Meirelles, Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí

Acadêmica de enfermagem ULBRA-Gravataí.

Bolsista do Programa de Iniciação Científica da ULBRA.

Membro do SESATE da ULBRA-Gravataí.

Suzana Aparecida Oliveira Monteiro, Universidade Luterana do Brasil - Campus Gravataí

Acadêmica de enfermagem ULBRA-Gravataí.

Bolsista voluntária do Programa de Iniciação Científica da ULBRA.

Membro do SESATE da ULBRA-Gravataí.

Publicado

2015-11-27

Como Citar

1.
de Souza LM, Ramos MF, Becker ES da S, Meirelles LC da S, Monteiro SAO. Adesão dos profissionais de terapia intensiva aos cinco momentos da higienização das mãos. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 27º de novembro de 2015 [citado 15º de agosto de 2022];36(4):21-8. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/49090

Edição

Seção

Artigos Originais