O COTIDIANO DO HOMEM QUE CONVIVE COM A ÚLCERA VENOSA CRÔNICA: ESTUDO FENOMENOLÓGICO

Autores

  • Marcelo Henrique Silva Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo- EEUSP
  • Maria Cristina Pinto de Jesus Faculdade de Enfermagem da Universidade de Juiz de Fora, Minas Gerais
  • Miriam Aparecida Barbosa Merighi Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP
  • Deíse Moura de Oliveira Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP
  • Priscilla Ribeiro Biscotto Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP
  • Greyce Pollyne Santos Silva Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Palavras-chave:

Úlcera varicosa, Enfermagem, Pesquisa qualitativa

Resumo

A úlcera venosa crônica constitui o maior problema terapêutico das lesões de membros inferiores, podendo
desencadear mudanças na vida diária da pessoa por ela acometida. Objetivou-se compreender o cotidiano do homem
que convive com a úlcera venosa crônica. Estudo fenomenológico realizado com oito homens, entrevistados em
junho e julho de 2012. As categorias identificadas, “Restrições na vida social” e “Recuperar a integridade da pele e
retomar as atividades afetadas pela ferida”, revelam que a convivência do homem com a ferida produz repercussões
no âmbito produtivo e na sexualidade. Isso o leva a restrições na vida cotidiana, com prejuízo no desempenho de
papéis socialmente estabelecidos para o gênero masculino, o que desperta no homem a ansiedade pela retomada das
atividades prejudicadas. Os achados sinalizam aspectos vivenciais relevantes que podem orientar os profissionais
no planejamento e execução de ações de saúde voltadas para essa clientela.

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Biografia do Autor

Marcelo Henrique Silva, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo- EEUSP

Enfermeiro, Doutorando da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Maria Cristina Pinto de Jesus, Faculdade de Enfermagem da Universidade de Juiz de Fora, Minas Gerais

Enfermeira.Doutora.Professora Associada do Departamento de Enfermagem Básica da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais

Miriam Aparecida Barbosa Merighi, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Enfermeira.Doutora.Professora Titular da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Deíse Moura de Oliveira, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Enfermeira.Doutora.Membro do Grupo de Pesquisa em Enfermagem com Abordagens Fenomenológicas da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Priscilla Ribeiro Biscotto, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Enfermeira.Membro do Grupo de Pesquisa em Enfermagem com Abordagens Fenomenológicas da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Greyce Pollyne Santos Silva, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Enfermeira.Mestranda.Membro do Grupo de Pesquisa em Enfermagem com Abordagens Fenomenológicas da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo-EEUSP

Publicado

2013-10-29

Como Citar

1.
Silva MH, Jesus MCP de, Merighi MAB, Oliveira DM de, Biscotto PR, Silva GPS. O COTIDIANO DO HOMEM QUE CONVIVE COM A ÚLCERA VENOSA CRÔNICA: ESTUDO FENOMENOLÓGICO. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 29º de outubro de 2013 [citado 9º de agosto de 2026];34(3):95-101. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/39194

Edição

Seção

Artigos Originais