CONCEPÇÃO DE JOVENS SOBRE O HIV/AIDS E O USO DE PRESERVATIVOS NAS RELAÇÕES SEXUAIS

Autores

  • SANDRA APARECIDA ALMEIDA FACULDADE DE ENFERMAGEM NOVA ESPERANÇA/FACENE; UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB
  • Jordana de Almeida Nogueira Enfermeira. Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB.
  • Maria Patricia Lopes Goldfarb Antropóloga. Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes – CCHLA – UFPB.
  • Fábia Lunguinho Batista Enfermeira graduada pela Faculdade de Enfermagem Nova Esperança – FACENE.
  • Anne Jaquelyne Roque Barrêto Enfermeira. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Docente da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança – FACENE.
  • Maria Adelaide Silva Paredes Moreira Fisioterapeuta. Pós-Doutorado Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB.
  • Ronaldo Bezerra de Queiroz Médico. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Palavras-chave:

Preservativos, comportamento sexual, Síndrome de Imunodeficiência Adquirida.

Resumo

Objetivou-se conhecer a concepção de jovens sobre o HIV/AIDS e o uso de preservativos nas relações sexuais.
Pesquisa realizada em maio de 2012 em uma escola pública da cidade de João Pessoa, Paraíba, com onze jovens de
ambos os sexos. Elegeu-se como técnica de investigação a entrevista semiestruturada. Os dados empíricos foram
organizados mediante análise de conteúdo categorial, emergindo as seguintes categorias: “AIDS: o que pensam os
jovens”; “Formas de prevenção contra a AIDS”, e uma subcategoria: “Confiança no(a) parceiro(a) como método de prevenção contra o HIV/AIDS”. Constatou-se que há conhecimento do uso do preservativo como método preventivo contra o HIV/AIDS; que a confiança no parceiro(a) e a fidelidade também foram citadas como métodos preventivos em ambos os sexos. Sugere-se que, ao investir em propostas nacionais e regionais, sejam consideradas não somente as desigualdades sociais, mas, sobretudo, as realidades locais de distintas juventudes em diferentes cenários nacionais.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

SANDRA APARECIDA ALMEIDA, FACULDADE DE ENFERMAGEM NOVA ESPERANÇA/FACENE; UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA - UFPB

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem - UFPB. Possui experiência na área de Enfermagem em saúde coletiva, saúde da mulher - com ênfase nas questões de gênero e sexualidade e Enfermagem em saúde mental. Especialista em Saúde mental e psiquiatria pela EERP-USP e em Gênero e Sexualidade pelo IMS/UERJ/CLAM.

Jordana de Almeida Nogueira, Enfermeira. Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Professor Adjunto IV do Departamento de Enfermagem Clínica da Universidade Federal da Paraiba. Concluiu mestrado (1999) e Doutorado (2004) em Enfermagem e Saúde Pública pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-Universidade de São Paulo. No curso de graduação da UFPB, desde 2006, vincula-se a disciplina de Doenças Transmissíveis. Professor Permanente dos Programas de Pós-Graduação em Enfermagem e Modelos de Decisão em Saúde, responsável pela disciplina de Epidemiologia. Membro coordenador/ pesquisador do Grupo de Estudo e Qualificação em Tuberculose- Grupo TB/PB, pesquisador da Área de Pesquisas Operacionais da Rede TB e coordenador do Núcleo de Estudo em HIV/Aids, Saúde e Sexualidade - NEHAS. No período de maio de 2009 a abril de 2012 atuou como vice-coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem ( PPGEnf) e em 2010 foi eleita como vice coordenadora da área de Recursos Humanos da Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose. Nestes 6 anos como membro do corpo docente da UFPB, concluiu a orientação de 14 alunos de mestrado (4 em andamento), 10 bolsistas de iniciação Cientifica- PIBIC . Orientadora de 3 alunos de Doutorado no PPGEnf. Pesquisador de projetos multicentricos coordenado pela área de Estudos Operacionais em Tuberculose da EERP/USP, sendo coordenador de 4 projetos financiados (2 FAPESQ-PPSUS, 1 PNDST/AIDS e 1 PNPD/ CAPES- Programa Nacional de Pós Doutorado com concessão de 2 bolsas) ). Em 2006, participou de intercambio internacional, nas área de epidemiologia, Tuberculose e TB/HIV com a Universidade de Johns Hopkins Baltimore (EUA) financiado por projeto ICORHTA/UFRJ. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Vigilância Epidemiológica, atuando principalmente nos seguintes temas: controle da tuberculose, tratamento supervisionado, DOTS, TB/HIV.

Maria Patricia Lopes Goldfarb, Antropóloga. Professora Adjunta do Programa de Pós-Graduação do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes – CCHLA – UFPB.

Possui graduação em Em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Paraíba (1996), Mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1999) e doutorado em Sociologia, área de Cultura, pela Universidade Federal da Paraíba (2004). Atualmente é professora adjunto da Universidade Federal da Paraíba, Programa de Pós-Graduação em Antropologia. Tem experiências na área de Antropologia, com ênfase em Cultura Popular, atuando principalmente nos seguintes temas: identidade, etnicidade, memória, ciganos e estudos do lazer e sociabilidade.

Fábia Lunguinho Batista, Enfermeira graduada pela Faculdade de Enfermagem Nova Esperança – FACENE.

Possui graduação em Enfermagem - Faculdades de Enfermagem e Medicina Nova Esperança (2012). Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem de Saúde Pública

Anne Jaquelyne Roque Barrêto, Enfermeira. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Docente da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança – FACENE.

Doutorado pela Universidade Federal da Paraíba (em andamento). Possui graduação em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba (2000). Mestre em Enfermagem na Atenção à Saúde pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem pela UFPB (2010). Especialização em Administração em Serviços de Saúde e de Enfermagem (2004) e de Gestão do Cuidado em Saúde (2008), ambas pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Professora da Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE). Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Gestão em Saúde, atuando principalmente nos seguintes temas: saúde da família, processo de trabalho, gestão e epidemiologia.

Maria Adelaide Silva Paredes Moreira, Fisioterapeuta. Pós-Doutorado Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade de Ribeirão Preto (1996), mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003) e doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2007). Atualmente é professora/pesquisadora PNPD/PPGENf, Universidade Federal da Paraíba e pesquisador colaborador da Universidade de Évora-Portugal. Tem experiência com ênfase em Saúde do Adulto e do Idoso, atuando principalmente nos seguintes temas: Práticas de Saúde; HIV/Aids; Envelhecimento; Fisioterapia; Representações Sociais e Prevenção.

Ronaldo Bezerra de Queiroz, Médico. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal da Paraíba – UFPB.

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (1986). Com Residências Médicas nas áreas de concentração em Clínica Médica e Neurologia. Mestre Profissional em Terapia Intensiva. Mestre em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos - Farmacologia pela Universidade Federal da Paraíba.

Publicado

2014-04-15

Como Citar

1.
ALMEIDA SA, Nogueira J de A, Goldfarb MPL, Batista FL, Barrêto AJR, Moreira MASP, et al. CONCEPÇÃO DE JOVENS SOBRE O HIV/AIDS E O USO DE PRESERVATIVOS NAS RELAÇÕES SEXUAIS. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 15º de abril de 2014 [citado 11º de setembro de 2026];35(1):39-46. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/37074

Edição

Seção

Artigos Originais