IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE: UMA REFLEXÃO EMERGENTE

Autores/as

  • Terezinha Hideco Tase Enfermeira da Clinica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Brasil.
  • Daniela Campos de Andrade Lourenção Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Brasil.
  • Suzana Maria Bianchini Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Brasil.
  • Daisy Maria Rizatto Tronchin Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Brasil.

Palabras clave:

Qualidade da assistência à saúde. Segurança do paciente, Avaliação em saúde, Enfermagem.

Resumen

O processo de identificação do paciente é essencial para garantir a segurança e a qualidade da assistência nas
instituições de saúde. O emprego de pulseira para identificação é uma prática usual. Contudo, fatores culturais,
organizacionais, materiais e humanos concorrem para sua não conformidade, induzindo a erros ou acarretando
eventos adversos. Este artigo teve como objetivos destacar os elementos constituintes do processo de identificação
do paciente por meio de pulseiras e refletir acerca da implementação desse processo nas instituições hospitalares.
Adotaram-se referenciais teóricos e normatizações de organizações e órgãos acreditadores que discutem a temática
da segurança no âmbito hospitalar, bem como as iniciativas destinadas à identificação segura do paciente. Conclui-se
que a identificação do paciente por meio de pulseira é uma prática recomendada internacionalmente, porém há
lacunas no que tange à instituição de protocolos, à execução efetiva e à avaliação do processo para subsidiar ações
gerenciais e assistências.

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Biografía del autor/a

Terezinha Hideco Tase, Enfermeira da Clinica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Brasil.

Enfermeira Obstétrica, Mestre em Obstetrícia e Neonatologia, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo São Paulo.

Daniela Campos de Andrade Lourenção, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Brasil.

Enfermeira, Mestre em Saúde e Gestão do trabalho, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.

Suzana Maria Bianchini, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Brasil.

Enfermeira, Mestre em Enfermagem, Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Gerenciamento da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo.

Daisy Maria Rizatto Tronchin, Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, Brasil.

Professor Livre-Docente do Departamento de Orientação Profissional da EE-USP.

Publicado

2013-10-29

Cómo citar

1.
Tase TH, Lourenção DC de A, Bianchini SM, Tronchin DMR. IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE NAS ORGANIZAÇÕES DE SAÚDE: UMA REFLEXÃO EMERGENTE. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 29 de octubre de 2013 [citado 8 de agosto de 2026];34(3):196-200. Disponible en: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/36856

Número

Sección

Artigos de Reflexão