A IMPLICAÇÃO DO APOIO SOCIAL NO VIVER DE PESSOAS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL

Autores

  • ROSENEIDE SANTOS TAVARES UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)
  • DENISE MARIA GUERREIRO VIEIRA SILVA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC).

Palavras-chave:

Apoio Social, Doença Crônica, Enfermagem, Hipertensão

Resumo

Objetivou-se conhecer os tipos de apoio oferecidos pela rede de apoio social aos hipertensos e as implicações no viver. Estudo qualitativo cuja metodologia baseou-se na Teoria Fundamentada nos Dados. Foram entrevistadas 35 pessoas entre outubro de 2008 e agosto de 2010, sendo 22 hipertensas obrigatoriamente cadastradas no HIPERDIA numa Unidade de Saúde em Belém/PA, 5 familiares, 5 profissionais de saúde e 3 representantes de instituições da comunidade referenciados pelos hipertensos como integrantes da rede de apoio. Os dados foram submetidos aos procedimentos de codificação: análise, comparação e categorização. A categoria “Identificando os tipos de apoio social oferecidos às pessoas no seu viver com hipertensão arterial” foi a Condição Interventora da Teoria. Os tipos de apoio emocional, informacional e instrumental originaram-se principalmente das relações familiares e podem significar alternativas no tratamento, caracterizando um cuidado centrado no hipertenso e sua rede de relações, requerendo atenção dos profissionais de saúde, inclusive do enfermeiro.

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Biografia do Autor

ROSENEIDE SANTOS TAVARES, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ (UFPA)

Doutora em Enfermagem. Professora Adjunta I da Faculdade de Enfermagem da Universidade Federal do Pará (UFPA).

DENISE MARIA GUERREIRO VIEIRA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (UFSC).

Doutora em Enfermagem. Professora Associada do Departamento de Enfermagem e do Programa de Pós-Graduação de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Publicado

2013-10-29

Como Citar

1.
TAVARES RS, SILVA DMGV. A IMPLICAÇÃO DO APOIO SOCIAL NO VIVER DE PESSOAS COM HIPERTENSÃO ARTERIAL. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 29º de outubro de 2013 [citado 9º de agosto de 2026];34(3):14-21. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/33240

Edição

Seção

Artigos Originais