Gestante HIV+ e crianças expostas: estudo epidemiológico da notificação compulsória

Autores

  • Silvia Rosária Torres
  • Anna Maria Hecker Luz

Palavras-chave:

HIV, Gravidez de alto risco, Transmissão vertical de doença, Anti-retrovirais

Resumo

Estudo epidemiológico transversal que objetivou identificar o tratamento anti-retroviral utilizado na gestação e parto, encerramento do caso e o diagnóstico dos filhos de gestantes HIV+. Analisaram-se as fichas de notificação das gestantes registradas em 2002 que tiveram os casos encerrados em 2005 do banco de dados do Sistema de Agravo de Notificação da Secretaria Municipal de Saúde, da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde de Controle Epidemiológico, Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Das 389 gestantes investigadas, 48,6% iniciaram o tratamento anti-retroviral entre a 14ª e a 27ª semana de gestação e 92,8% usaram o anti-retroviral no parto. Dos filhos dessas gestantes, 65,6% usaram profilaxia com anti-retroviral durante seis semanas e em 24 meses de vida. Foram confirmadas 2,8% das crianças como infectadas. Embora a notificação dos casos de HIV seja compulsória, a mesma nem sempre é completa, podendo repercutir em uma avaliação estatística comprometida.

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Publicado

2008-03-28

Como Citar

1.
Torres SR, Hecker Luz AM. Gestante HIV+ e crianças expostas: estudo epidemiológico da notificação compulsória. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 28º de março de 2008 [citado 2º de agosto de 2026];28(4):505. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/3111

Edição

Seção

Artigos Originais