INFLUÊNCIAS DAS RELAÇÕES INTRAFAMILIARES NO COMPORTAMENTO DE CRIANÇAS QUE FREQUENTAM CRECHES PÚBLICAS DE ALFENAS

Autores

  • Michelly Rodrigues Esteves Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Geisiane Karla Carrijo Hospital e Maternidade Celso Pierro-Pontifícia Universidade Católica (HMCP-PUC)
  • Maria Betânia Tinti de Andrade Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG)
  • Lana Ermelinda da Silva dos Santos Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG)
  • Maria das Graças Carvalho Ferriani Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Palavras-chave:

Criança, Família, Creches

Resumo

Nos últimos anos, as organizações sociais e familiares se modificaram, tornando as creches mais requisitadas pela
população. Nosso objetivo foi compreender as influências das relações intrafamiliares no comportamento das crianças
de 0 a 3 anos, que frequentam creches, por meio das experiências vivenciadas por seus monitores. Pesquisa qualitativa,
utilizando a Trajetória Fenomenológica, com entrevista de 12 monitores de seis creches públicas municipais. Como
categorias: reprodução de comportamentos apreendidos no ambiente familiar; integração família-creche como
facilitadora do trabalho desempenhado pelos monitores; déficit de cuidados higiênicos oferecidos pela família. Estudos
futuros poderão promover melhorias nas ações dos cuidadores frente às necessidades infantis, apontando para uma
melhor qualidade de vida das crianças, contribuindo para o desenvolvimento de todo o seu potencial.

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Biografia do Autor

Michelly Rodrigues Esteves, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG). Ex-bolsista do Programa de Educação Tutorial (grupo PET-Enfermagem) no período de Janeiro de 2007 até Dezembro de 2009. Mestranda pelo Programa de Enfermagem em Saúde Pública da EERP-USP. Bolsista pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Trabalha na linha de pesquisa de Assistência à Criança e ao Adolescente.

Geisiane Karla Carrijo, Hospital e Maternidade Celso Pierro-Pontifícia Universidade Católica (HMCP-PUC)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG). Ex-bolsista de Iniciação Científica pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerias (FAPEMIG), atuando principalmente nos seguintes temas: Gênero, Enfermagem e Masculino. Residente em Terapia Intensiva de Adultos do HMCP-PUC.

Maria Betânia Tinti de Andrade, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG) e Mestrado em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente é Professora Adjunta IV da Escola de Enfermagem da UNIFAL/MG. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem, atuando principalmente nos seguintes temas: educação superior, hanseníase, Enfermeiras-psicologia, idoso e injeção intramuscular.

Lana Ermelinda da Silva dos Santos, Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG)

Graduada em Enfermagem pela Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL/MG), Mestrado e Doutorado em Enfermagem pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e Pós-Doutorado pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é Professora Associada II da Escola de Enfermagem da UNIFAL-MG. Tem experiência na área de Enfermagem, com ênfase em Enfermagem Pediátrica e Saúde da Criança e do Adolescente, atuando principalmente nos seguintes temas: pesquisa científica em Enfermagem, violência infantil, iniciação científica em Enfermagem, saúde da criança e saúde em educação infantil (creche e pré-escola). Publicou artigos em periódicos especializados e trabalhos em anais de eventos. Possui capítulos de livros e livros publicados. Participou de eventos científicos nacionais e internacionais. Orientou trabalhos de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso de graduação nas áreas de Enfermagem e Educação. Fez parte de órgãos colegiados na UNIFAL/MG, bancas de concursos para o magistério superior, bancas de Mestrado e Doutorado e avaliação de projetos de educação tutorial (MEC). Fez tutoria no Programa de Educação Tutorial vinculado à SESU/MEC e avaliação de cursos de graduação, autorização e reconhecimento, em Enfermagem através do SINAES/INEP/MEC. É membro da Associação Brasileira de Enfermagem - ABEN e Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras - SOBEP.

Maria das Graças Carvalho Ferriani, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto-Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Graduada em Enfermagem pela Universidade de São Paulo (USP); Especialização em Nutrição, Mestrado em Enfermagem Fundamental e Doutorado em Enfermagem pela USP, Livre-Docência em Enfermagem; Professora Titular desde 1996. Coordenadora do Núcleo de Estudos, Ensino e Pesquisa do Programa de Assistência Primária de Saúde Escolar PROASE desde sua gênese em 1985. Chefe do Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública por 3 períodos (1995-1998, 2001-2003 e 2003-2005); Presidente da Comissão Interunidades de Pós-Graduação das EERP-EE-USP por 2 períodos (1999-2001 e 2003-2006); Presidente da Comissão de Cultura e Extensão Universitária da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (1190-1993); Presidente do Conselho Gestor do Campus de Ribeirão Preto (15/05/2010); Diretora da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (de 2006 até 15/05/2010) - Centro Colaborador da OMS para Pesquisa em Enfermagem. Presidente do Conselho Diretor da Revista Latino Americana de Enfermagem até 15/05/2010. Pesquisador 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq e pesquisadora da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Tem experiência com ênfase na Saúde da Criança e do Adolescente, atuando principalmente nos seguintes temas: Enfermagem, saúde escolar, adolescente, violência contra criança e adolescente.

 

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Publicado

2012-10-17

Como Citar

1.
Esteves MR, Carrijo GK, de Andrade MBT, dos Santos LE da S, Ferriani M das GC. INFLUÊNCIAS DAS RELAÇÕES INTRAFAMILIARES NO COMPORTAMENTO DE CRIANÇAS QUE FREQUENTAM CRECHES PÚBLICAS DE ALFENAS. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 17º de outubro de 2012 [citado 31º de agosto de 2026];33(3):97-103. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/21958

Edição

Seção

Artigos Originais