O significado do ensino por telefone sobre a insulina para pessoas com Diabetes Mellitus

Autores

  • Camila Aparecida Pinheiro Landim Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Carla Regina de Souza Teixeira Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Raquel Citro Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Darlene Suellen Antero Travagim Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Tânia Alves Canata Becker Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Talita Balaminut Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)
  • Emília Campos de Carvalho Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Palavras-chave:

Ensino, Telefone, Insulina, Diabetes Mellitus, Enfermagem.

Resumo

Objetivou-se identificar o significado do acompanhamento por telefone sobre o processo de preparo e aplicação de insulina para pessoas com diabetes Mellitus (DM). Estudo descritivo, de abordagem qualitativa, com 26 pessoas com DM tipo 2 em uso de insulina, participantes de um programa brasileiro de automonitorização da glicemia capilar no domicílio que emprega o uso do telefone como estratégia de enfermagem. Utilizou-se entrevista dirigida, em único contato telefônico, com questões fundamentadas na Teoria Representacional de Significado de Ogden Richards. O significado obtido conteve aspectos relacionados ao processo ensino-aprendizagem e à ajuda percebida pela estratégia (símbolo), elementos relacionados ao manuseio da insulina (referente) e o reconhecimento do acompanhamento por telefone como comodidade, tranquilidade, atenção e tempo para o esclarecimento de dúvidas(pensamento). Considera-se esta estratégia adequada para orientação de pessoas com DM em uso de insulina.

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Biografia do Autor

Camila Aparecida Pinheiro Landim, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Enfermeira. Mestre em Ciências. Doutoranda do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (DEGE/EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Bolsista de Doutorado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

 

Carla Regina de Souza Teixeira, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Enfermeira. Professora Doutora do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (DEGE/EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

Raquel Citro, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Enfermeira. Mestranda do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (DEGE/EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Bolsista de Mestrado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Darlene Suellen Antero Travagim, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Enfermeira. Mestranda do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (DEGE/EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Bolsista de Mestrado da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Tânia Alves Canata Becker, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Enfermeira. Mestre em Ciências. Doutoranda do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (DEGE/EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

Talita Balaminut, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Acadêmica do quarto ano do curso de graduação em Bacharelado em Enfermagem da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Bolsista de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Emília Campos de Carvalho, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP)

Enfermeira. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (DEGE/EERP-USP), Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

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Publicado

2011-10-31

Como Citar

1.
Landim CAP, Teixeira CR de S, Citro R, Travagim DSA, Becker TAC, Balaminut T, et al. O significado do ensino por telefone sobre a insulina para pessoas com Diabetes Mellitus. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 31º de outubro de 2011 [citado 9º de agosto de 2026];32(3):554. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/17447

Edição

Seção

Artigos Originais