O brincar nas práticas assistenciais de técnicos de enfermagem junto à criança hospitalizada

Autores

  • Gabriele Petruccelli
  • Monika Wernet
  • Aline Oliveira Silveira
  • Edmara Bazoni Soares Maia

Resumo

Objetivo: compreender o uso do brincar nas práticas assistenciais de técnicos de enfermagem junto à criança hospitalizada.
Método: estudo qualitativo, exploratório e descritivo, apoiado no referencial teórico metodológico do Interacionismo Simbólico, desenvolvido em unidade de internação pediátrica de hospital universitário localizado no interior de São Paulo. A coleta de dados ocorreu de agosto a outubro de 2023 utilizando observação não participante. Integraram o estudo 25 técnicas de enfermagem atuantes na unidade em questão. A análise dos dados esteve apoiada na análise temática reflexiva.
Resultados: o uso do brincar foi utilizado, mais especificamente, para favorecer a execução de procedimentos. Evidenciou-se que as participantes não vinculavam e integravam este recurso às suas práticas assistenciais. Ainda, a brinquedoteca não foi compreendida como espaço associado ao técnico de enfermagem. Os temas “O brincar nas práticas assistenciais” e “Interações com a brinquedoteca hospitalar” detalham as práticas profissionais observadas.
Conclusão: o uso do brincar nas práticas assistências de técnicos de enfermagem esteve reforçado pelo simbolismo de que brincar não é viável durante a internação pediátrica e que utilizar a brinquedoteca não faz parte de seu escopo, o que determinou a incorporação lacunar desse recurso. Ademais, reforça-se que a importância da atividade lúdica não esteve reconhecida pelas participantes.
Descritores: Jogos e Brinquedos. Enfermagem Pediátrica. Hospitalização. Criança. Técnicos de Enfermagem.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Publicado

2025-06-07

Como Citar

1.
Petruccelli G, Wernet M, Oliveira Silveira A, Bazoni Soares Maia E. O brincar nas práticas assistenciais de técnicos de enfermagem junto à criança hospitalizada. Rev Gaúcha Enferm [Internet]. 7º de junho de 2025 [citado 29º de agosto de 2025];46. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/rgenf/article/view/148044

Edição

Seção

Artigos Originais