Respostas de colônias de Plebeia catamarcensis Holmberg (Hymenoptera, Apidae, Meliponina) à orfandade

Autores/as

  • Oldimar Cantú de Pinho
  • José Benedito Perrella Balestieri
  • Fátima Cristina de Lazari Manente Balestieri

Palabras clave:

colônias órfãs, operárias, rainhas virgens.

Resumen

Estudos comportamentais foram realizados em oito colônias órfãs de Plebeia catamarcensis. Destas oito, seis apresentaram emergências de rainhas e destas, quatro colônias tiveram êxito no processo de estabelecimento da rainha. A rainha recém-emergida é muito atrativa e ativa; ela movimenta-se pela colônia chamando a atenção dos demais indivíduos, causando tumulto no ninho. Os indivíduos deixam suas atividades e voltam suas atenções para a nova rainha. As operárias a cercam atacam-na com suas antenas e pernas, principalmente na região do abdômen. A partir deste momento, a rainha pode ter dois destinos: ou é morta pelas operárias ou é aceita no ninho. Em todos os quatro casos, as aceitações das rainhas só ocorreram após o 26º dia da orfandade. As rainhas que emergiram antes deste período foram mortas pelas operárias. Observaram-se também posturas de operárias, que foram responsáveis também pela construção de uma câmara real e de células de cria dispersas. 

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Publicado

2010-06-22

Cómo citar

Pinho, O. C. de, Balestieri, J. B. P., & Manente Balestieri, F. C. de L. (2010). Respostas de colônias de Plebeia catamarcensis Holmberg (Hymenoptera, Apidae, Meliponina) à orfandade. Revista Brasileira De Biociências, 8(2). Recuperado a partir de https://seer.ufrgs.br/index.php/rbrasbioci/article/view/114928

Número

Sección

Artigos