A Vanguarda Conservadora

Richard Schechner

Resumo


Este artigo trata da suposta condição vanguardista das artes no século XXI, em especial no que concerne às artes cênicas e performativas; dito de outro modo, o texto pergunta pela situação atual dessas formas de expressão. Discute, assim, os conceitos de vanguarda, de nichoguarda e de conservadorismo, a fim de discorrer sobre o estatuto conservador das vanguardas no conjunto de expressões artísticas anteriormente mencionadas, as quais antes repetem feitos passados do que propriamente propõem novas formas de transgressão e interrupção da ordem vigente, incluindo-se aí aquela que rege o próprio sistema das artes.  Parte-se do pressuposto que a vanguarda existe simultaneamente em três domínios – como tradição viva, como marca e como o eco ou fantasma da provocação que ela foi um dia.

Palavras-chave


Arte; Vanguarda; Performance; Estudos da Performance; Produção Cultural

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REVISTA BRASILEIRA DE ESTUDOS DA PRESENÇA - Brazilian Journal on Presence Studies - e-ISSN 2237-2660 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil - http://www.seer.ufrgs.br/presenca

 

       

 

 

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