O discurso colonial emerge nas primeiras produções épicas da literatura portuguesa, como os poemas de Luís de Camões (Os Lusíadas) e Jerônimo Corte Real (O naufrágio do Sepúlveda). Ele retorna, após a expansão do capitalismo no século XIX, na ficção de Eça de Queiroz (A correspondência de Fradique Mendes; A ilustre casa de Ramires), mas toma coloração particular na medida em que aquele romancista formula uma utopia para a África portuguesa.
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